Repórter da Globo ganha apelido de 'enciclopédia ambulante'

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'Sou tratado sempre com muito carinho', diz Marcos Uchôa

Foto: Divulgação/Globo

Marcos Uchôa parece ter nascido para ser repórter de TV, mas o profissional da Globo já experimentou outra profissão antes de se aventurar pelo jornalismo: ele foi comissário de bordo.

"Eu me formei na véspera de embarcar para os jogos de Los Angeles. Como falava línguas, conhecia a cidade e gostava de esportes além do futebol, fui escalado", disse Uchôa, ao jornal Extra, que também já cursou um pouco da faculdade de Sociologia e Medicina. 

Ao todo, Marcos já viajou a trabalho para 112 países, fala sete línguas e acha que pode aprender mais. No entanto, sua realização profissional está mesmo acontecendo na cobertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. 

"Sou carioca e acho o Rio a cidade mais linda e gostosa do mundo para se morar. Aqui a gente ri mais, conversa com qualquer um. A vida de correspondente é muito solitária. As pessoas acham que é glamour morar fora, mas não é só isso. Tenho dormido pouco, uma média de cinco horas por noite, e comido mal. Não folgo desde 20 de maio. Mas não estou reclamando, ao contrário, estou achando tudo muito legal!", conta.

Mas esse trabalho duro tem rendido bons resultados para o jornalista, principalmente quando lê as mensagens que recebe dos seus admiradores no programa Balada Olímpica. 

"Sou tratado sempre com muito carinho! As pessoas me chamam de 'enciclopédia ambulante', perguntam quantos livros eu leio, dizem que eu sei demais", revela o jornalista, que não tem perfis em redes sociais. "Não tenho perfil em nenhuma delas. É algo fascinante, mas me ocuparia muito tempo. É mais fácil falar cara a cara. E as redes sociais estão muito egocêntricas. Um jornalista deve olhar para fora, se interessar pela história dos outros. Quem olha muito para dentro errou o foco".