Pyong Lee detalha convite, cachê e pré-confinamento do 'BBB 20'

Redação - O Estado de S.Paulo

Youtuber participou da edição mais recente do 'Big Brother Brasil', em 2020, e deu mais detalhes sobre seu período no reality show

O hipnólogo Pyong Lee, de 27 anos.

O hipnólogo Pyong Lee, de 27 anos. Foto: Victor Pollak/Globo/Divulgação

Pyong Lee falou sobre a sua participação no BBB 20 e deu detalhes sobre o pré-confinamento, seu processo de seleção e o cachê que os participantes recebem em entrevista ao Flow Podcast neste sábado, 16.

"Me sondaram no meio do ano de 2019. Falaram assim: 'comentaram seu nome'. Eu falei: 'Tá, mas e aí, é um convite?' 'Estamos sondando. Você tem interesse?' Eu falei: 'Cara, não sei'. Disseram: 'A gente ainda tem que esperar para oficializar, fazer uma entrevista pessoalmente'", relembrou.

A decisão final foi feita cerca de dois meses antes do início do BBB: "Só vou comentar com alguém quando vocês me derem certeza, porque não adianta eu estressar geral ou falar com minha esposa e depois falar: 'ah, não era'. O convite oficial, decisão total, foi em 4 de novembro de 2019. Isso para em janeiro começar o programa".

Pyong Lee também comentou sobre o dinheiro recebido pela participação no programa: "Tem um cachê mensal que eu nem lembro. É um [valor] simbólico para pagar as contas. Não é tão alto, não. É mais uma coisa para pagar as contas enquanto você não está."

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Questionado se, após a eliminação, haveria um tempo "sem poder falar com outras mídias", Pyong Lee respondeu: "Até o final do programa, o período do dia da grande final. Não lembro bem se era isso, mas tive que ficar até 30 de abril, que encerrava o contrato. A final [do BBB 20] foi no dia 23".

O youtuber também deu mais detalhes sobre o pré-confinamento na sua edição: "Corta as percepções. Eu ficava olhando para a janela, abria os olhos, e não sabia que horas eram. Sete da manhã ou meio-dia?"

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Reprodução de 'Big Brother Brasil' (2020) / TV Globo
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"No hotel, eles tiram televisão, tiram telefone e tiram relógio. É um pré-treinamento. Já ouvi de gente que foi escolhido para participar e desistiu no hotel. Os convidados ficaram quatro dias, e os inscrito ficaram oito dias", continuou Pyong Lee.

O ex-BBB ainda comentou da suspensão do direito de levar um livro para a casa em sua edição: "Todo mundo podia levar um livro, então a galera ficava revezando. Dava tempo de se entreter com alguma coisa. Proibiram de última hora. A gente levou três opções de livros para o hotel. Falaram assim: 'escolhe só um'. E depois falaram: 'não vai mais poder livro.'"

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"A primeira vez que passei na vida uma distorção temporal real foi lá. Na primeira semana todo mundo achava que estava há um mês preso. Aqui fora vocês ficam vivendo, e tal, assistindo... Lá dentro não tem nada o que fazer, um entretenimento, um baralho...", comentou.

Pyong Lee foi um dos participantes marcantes da 20ª edição do Big Brother Brasil. Dentro da casa, viu o rosto de seu filho, nascido durante o período de confinamento, pela primeira vez. Sua ausência no momento de paternidade gerou críticas de outros participantes.

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Ele chegou a hipnotizar colegas de confinamento e acabou sendo o 8º eliminado do BBB 20. Durante uma festa, tentou beijar Marcela e apalplar Flayslane, o que rendeu uma apuração da Polícia Civil do Rio de Janeiro por suposto assédio (relembre aqui).

O BBB 21 estreia no próximo dia 25 de janeiro, uma segunda-feira, com a responsabilidade de manter os bons índices de audiência e repercussão conquistados na edição anterior.

Assista à íntegra da entrevista de Pyong Lee ao Flow Podcast.

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