Marca com proposta anti-corporativista estreia na SPFW

Jorge Grimberg - O Estado de S.Paulo

Cotton Project tem apenas quatro funcionários e não faz roupas especiais para desfiles

Estreia de peso na SPFW. A Cotton Project levou à passarela roupas leves para usar em São Paulo ou na praia: jeans, camiseta, chinelos e jaquetas bomber com frases divertidas. Sem pretensões de ser algo além disso. "Fazemos roupas de verdade. O mesmo que vendemos na loja. Não vamos criar nada diferente somente para o desfile", diz Rafael Varandas, fundador da marca.

Cotton Project estreou na São Paulo Fashion Week nesta sexta-feira, 29, com peças básicas e despretensiosas

Cotton Project estreou na São Paulo Fashion Week nesta sexta-feira, 29, com peças básicas e despretensiosas Foto: Gabriela Biló / Estadão

A marca segue uma tendência global anti-corporativista, encabeçada pelo coletivo francês Vetements, onde os criativos fogem da pressão dos grandes grupos para  terem independência de tempo, espaço, impostos e de uma extensa folha de pagamentos. "Somos só quatro pessoas no escritório e todos os colaboradores são nossos amigos", conta Varandas. A divisão de trabalho é simples. "Somos uma família e fazemos um pouco de tudo", diz.

Gabriela Biló / Estadão
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