Compras a um toque

Giovana Romani - Impresso

No ônibus, no metrô, no meio da rua. Todo mundo, o tempo todo, parece estar com os olhos - e os dedos - fixos nas telas de seus smartphones. "Andar com a cabeça baixa já virou uma característica de comportamento da geração atual", afirma Kim Mannino, especialista em tendências que comanda o WGSN Live, em Londres. "Por isso, os aplicativos de moda que funcionam como redes sociais vêm ganhando força." Fora do Brasil, dois deles já aparecem como case: o Grabble e o Net-a-Porter (veja ao lado).

Por aqui, o app da marca de acessórios Schutz é um dos pioneiros e os investimentos na área crescem com o número de usuários de celular - segundo a eMarketer, em 2015 serão 141 milhões de pessoas, o que corresponde a 69% da população.

Em janeiro de 2014, as transações concluídas por dispositivos móveis correspondiam a 4,8% das vendas online. Em janeiro de 2015, esse número já era praticamente o dobro: 9,7%. E até o fim do ano deve chegar a 15%. "A compra por impulso é a maior aliada do mobile commerce", diz Pedro Guasti, vice-presidente de relações institucionais da Buscapé Company e do E-bit.

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