''Você sente que ajuda a sociedade''

Simone Iwasso - O Estado de S.Paulo

Foi num sarau de leitura que a estudante Andréia Borges de Souza, de 19 anos, decidiu que queria ser assistente social. "Queria fazer Letras, porque sempre me interessei por leitura e pensava em dar aulas", diz. "Mas, ao conhecer o trabalho de uma organização que ensinava leitura para crianças, tentando recolocá-las na escola, decidi pela minha profissão." Nesse dia, um fim de semana, a garota conversou com a responsável pelo projeto e gostou do que ouviu. "É um trabalho no qual você sente que está ajudando a sociedade, que pode mudá-la para melhor." No fim do semestre, ela termina o primeiro ano do curso. "Não vejo a hora de começar a estagiar", anima-se.