Quando o prazer de bordar vira negócio

Agencia Estado - O Estado de S.Paulo

Virgínia Barros sempre gostou de tricotar. Depois de se formar em jornalismo, ela acabou se enveredando pela moda. ?Minha família trabalhava com atacado de lingerie. Comecei a trabalhar com eles, porém eu quis fazer algo diferente?.A empresária apostou inicialmente em biquínis, cachecóis, tiaras e acessórios mais convencionais. Foi convidada a produzir para grandes confecções até seguir um caminho mais autoral.?Quando cursei estilismo já tinha mais de seis anos de experiência com o tricô. Investi em pesquisa, mas nunca abandonei o conceito do feito à mão?, explica.Hoje, Virgínia diversificou sua produção, que inclui bolsas e sapatos de tricô. A empresária trabalha com fios importados, mas garante que, mesmo com o tricô no auge, preocupa-se com a relação custo-benefício de seu produto.?O mais importante é apresentar peças e acessórios diferenciados. No tricô existem alguns segredos guardados a sete chaves?, confessa Virgínia Barros, que comercializa sua marca nas regiões sudeste, nordeste e centro-oeste do País.