Presidente admite adulteração

- O Estado de S.Paulo

O presidente da Coopervale, uma das cooperativas investigadas na Operação Ouro Branco da Polícia Federal (PF), Luiz Galberto Ribeiro, admitiu adicionar soda cáustica ao leite vendido para grandes empresas. Ribeiro, que foi solto na noite de anteontem, confessou a adulteração à polícia. Ele era o último dos suspeitos que ainda estava detido. Sua prisão preventiva, por 30 dias, ainda pode ser pedida.Na sexta-feira e no sábado, haviam sido soltos o chefe do serviço de operacionalização da Coopervale, Romes Monteiro Fonseca, o funcionário do Serviço de Inspeção Federal (SIF), Afonso Antonio da Silva, os diretores da cooperativa, Luiz Ricardo Freire Resende e José Afonso de Freitas, e o químico Pedro Renato Borges, acusado de elaborar a fórmula da adulteração do leite com adição de soda cáustica e água oxigenada.