Fabiana Mari Massura, 33 anos, gerente comercial

- O Estado de S.Paulo

"Meu pai, que gosta de futebol, me influenciou. Quando criança, fui com ele algumas vezes para o estádio. Em 2001, quando o Corinthians era só alegria, passei a freqüentar o estádio com os colegas de trabalho, que, para variar, eram só homens. Já cheguei a ir várias vezes sozinha, por falta de companhia. Além de acompanhar os jogos nacionais, independentemente do time, não perco o campeonato inglês. Adoro a vibração das torcidas, dos jogos. Não tenho nenhuma amiga que curta tanto quanto eu. Infelizmente, existe pouca mulher que entende do esporte, e uma parte só sabe superficialmente. Para conversar, só com homem. É um prazer discutir com eles no mesmo nível. Melhor ainda é poder defender o meu time, com argumentos certeiros. Seria ótimo se a mulherada começasse a sentir a emoção que envolve esse universo."