As medidas

- O Estado de S.Paulo

Criação do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid): Estudantes de licenciatura terão direito a bolsas semelhantes às de iniciação científica, para trabalhar em projetos de desenvolvimento de ensino e didática, especialmente nas áreas de Química, Física, Biologia e Matemática. Estão previstos 20 mil bolsas e R$ 70 milhões Regulamentação da Nova Capes: A Capes passará a cuidar também da formação de professores da educação básica e coordenará a Universidade Aberta do Brasil, o sistema federal de ensino a distância Ampliação dos programas de apoio ao aluno para o ensino médio: Os programas de merenda escolar, transporte escolar e Dinheiro Direto na Escola - em que a escola recebe diretamente recursos do MEC para usar em pequenas despesas - serão ampliados para as escolas de ensino médio. A previsão é de um custo extra, anual, de R$ 500 milhões Instituição da Provinha Brasil: A prova, que avaliará a alfabetização dos alunos de 8 anos, será distribuída aos Estados e municípios a partir de março, para ser aplicada duas vezes por ano Criação de duas universidades federais: Serão criadas a Universidade Federal no Norte do Pará, em Santarém, e a Universidade Federal Integrada da América Latina, em Foz do Iguaçu (PR). Esta terá ênfase em cursos internacionais, com professores e classes bilíngües (português e espanhol)Abertura de vagas nas universidades federais e nos Institutos de Ensino Tecnológico (Ifets): Serão abertos concursos para contratação de 13 mil professores para as universidades federais, outros 12 mil professores de primeiro e segundo graus para os Ifets. Além disso, serão contratados mais 9.300 servidores técnico-administrativos para os institutos Criação de bolsas de monitores para a Universidade Aberta do Brasil: Doutorandos e mestrandos da Capes e do CNPq poderão trabalhar como monitores da UAB e receberão outra bolsa, estimada em R$ 600 (mestrando) e R$ 900 (doutorando). Não há ainda um número definido de bolsasConstrução do Campus do Cérebro: A Universidade Federal do Rio Grande do Norte abrigará, a partir de 2010, instituto de pesquisas em neurociências, com 250 pesquisadores. Serão investidos R$ 40 milhões