Após parceiro morrer, gay adota seu filho

- O Estado de S.Paulo

Um empresário gaúcho conseguiu ser reconhecido como pai adotivo de um menino de 11 anos após a morte do parceiro, em nome de quem a criança estava registrada. A decisão foi tomada pelo Juizado da Infância e da Juventude de Porto Alegre em novembro passado, não foi contestada pelo Ministério Público e passou a vigorar no início deste mês. Com a decisão, a certidão de nascimento do menino será refeita e terá o nome dos dois pais.