'Queria ser um Menudo, mas não tinha corpo', afirma Alexandre Nero

Redação - O Estado de S.Paulo

Ator fez confissão durante o 'Lady Night', com Tatá Werneck

O ator Alexandre Nero, no programa 'Lady Night', com Tatá Werneck

O ator Alexandre Nero, no programa 'Lady Night', com Tatá Werneck Foto: Instagram/@alexandrenero

O ator Alexandre Nero fez uma confissão inusitada e divertiu muitos espectadores do Lady Night nesta sexta-feira 6. Isso porque ele disse que queria ter feito parte do grupo Menudo, uma boy band dos anos 1980, que alcançou sucesso inclusive no Brasil.

"As minhas irmãs gostavam muito do Menudo e eu queria ser um Menudo, mas não tinha corpo físico. Eu queria ter pôster do Menudo, mas tinha vergonha", lembrou o ator. 

Muita gente não sabe, mas Alexandre Nero também é cantor e tem nove álbuns gravados. "Eu fico com vergonha de cantar inglês porque eu não falo nada", revelou o ator, que também gravou um DVD.

No Instagram, Alexandre Nero publicou uma imagens da participação dele no programa de Tatá Werneck. "Vocês acham que tinha acabado ontem por aqui o assunto Lady Night? Não! Já basta todo o bullying que sofri na adolescência.... agora, da vida, eu só quero e exijo biscoitos", escreveu.

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

@tatawerneck mudou minha vida. Levei pra terapia e tudo. Hoje será a última vez que vcs me verão dessa forma. A Tatá muda a vida da gente. Eu estava morto antes desse programa. No limbo. Aí vi a luz... só que era uma carreta de 4 eixos, 40 toneladas que passou por cima e me atropelou. Não sobrou nada do que eu era. Essa é a boa notícia. Boa, pq o que eu era, ou onde eu estava, era ruim. Eu realmente acreditava que era bom ator, um artista talentoso e até bonito eu achei que era. É sério, mas nada como encontrar a Tatá pela frente e nos dar um choque de realidade. Essa foto me representa bem no programa. Totalmente perdido. Não sabendo pra onde ir, ou onde estava. O que fazia ali? Quem era, ou quem saiu de lá? Mas ressuscitei, e devo isso a Tatá (e ao @marco_goncalves também, que me deu o ombro - e uns amassos- quando me encontrou chorando no banheiro do estúdio F logo depois de gravar o programa). Tratamento de choque! Tatá é a reencarnação do analista de Bagé, de Luís Fernando Veríssimo. É no joelhaço. Tatá salva, não é só Jesus e antibiótico. A Tatá é a maior gênia que já encontrei em cima de um palco, set de gravação, corredores do projac, ou swing em Fernando de Noronha. Nunca vi nada igual em toda minha vida profissional. E eu a odeio por isso. Não é ódio carinhoso de amiguinho, não. É ódio mesmo. De verdade. Mas mesmo assim foi uma honra estar aí ao seu lado e principalmente pelo fato de quebrar o recorde de ser a pessoa mais sem graça e com menos seguidores do Instagram que já participou na história do programa (hoje eles irão se arrepender disso). Obrigado Tatá, Jesus e antibióticos

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