Pyong Lee promete ir à Justiça após ataques na internet: 'prêmio do 'BBB' em processos'

João Pedro Malar* - O Estado de S.Paulo

'Até o meu filho recém-nascido vem sofrendo agressões e ameaças', reclamou youtuber e ex-BBB

O hipnólogo Pyong Lee, de 27 anos.

O hipnólogo Pyong Lee, de 27 anos. Foto: Victor Pollak/Globo/Divulgação

O youtuber Pyong Lee, que foi eliminado da edição atual do Big Brother Brasil, anunciou na quinta-feira, 16, que contratou advogados para processar pessoas que, segundo ele, realizam ataques contra ele e sua família.

“Contratei sete advogados para processar todos os criminosos da internet que acham que podem ficar impunes depois de falar m****”, disse Pyong em uma publicação no Twitter. Ele também afirmou que reuniu pelo menos 500 prints com ofensas e ataques, e pediu que os seguidores enviem os prints que tiverem. Na mesma publicação, o youtuber também brincou: “O prêmio do BBB só em processos”.

No mesmo dia o mágico comentou que publicações de “‘haters’ e zoação” não deveriam se preocupar com os processos, que serão apenas para “criminosos”. Em outra publicação, feita na sexta-feira, 17, Pyong disse que “não gostaria que fosse assim, mas é meu dever social como cidadão lutar contra a violação dos meus direitos, para que outras pessoas não passem por aquilo que estou vivenciando”.

“Até o meu filho recém-nascido vem sofrendo agressões e ameaças, num verdadeiro linchamento digital”, diz ele na publicação, fazendo referência a Jake, seu filho com Samy Lee que nasceu há dois meses, enquanto Pyong ainda estava no BBB.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Foi com muito desagrado que me vi na posição de contratar advogados para adoção de medidas judiciais contra aqueles que estão atacando a minha honra e de minha família. Até o meu filho recém-nascido vem sofrendo agressões e ameaças, num verdadeiro linchamento digital, sem qualquer precedente. A internet se tornou verdadeira terra de ninguém e não pode ser usada, como está acontecendo, para disseminar ofensas e mais ofensas, em escala geométrica, o que pode causar consequências mais sérias, no plano da saúde psíquica e mental das vítimas deste tipo de comportamento. Eu poderia silenciar, seria menos desgastante, mas não posso deixar que meus agressores fiquem impunes, diante de comportamentos criminosos que vêm adotando, sem qualquer limite, pelas redes sociais. Um apresentador de televisão, que me recuso a citar a nome, se permitiu até mesmo ameaçar minha integridade física, com injúrias raciais, incitando o ódio de seus seguidores, que passaram também a me atacar, colocando em risco a integridade física e psicológica, não somente minha, mas de minha família. É inaceitável este tipo de conduta fora da Lei. Outro influenciador digital anunciou, em alto e bom som, que irá me perseguir, convocando os seus a fazerem o mesmo, gerando uma avalanche de novos vitupérios, o que é crime. E o que falar daquele rapaz com milhões de seguidores infantis, que usou crianças como soldados, de olhos vendados, numa guerra que não lhes pertence, contra mim iniciada? É o holocausto das boas regras de convivência em sociedade. O que se passou dentro do BBB, naquele clima festivo do confinamento, sem qualquer maldade ou beligerância, já foi esclarecido, como público e notório, por mim e pelos envolvidos, mas não por aqueles que querem se aproveitar do episódio para semear o ódio e promover a discórdia, criando-se um palco onde crimes cibernéticos são cometidos à luz do dia e na calada da noite, aos olhos de todos. Nós estamos identificando todos as investidas criminosas, para então ingressarmos com ações cíveis e criminais contra os salteadores da nossa honra e saúde mental. ⚠️ CONTINUA NOS COMENTÁRIOS

Uma publicação compartilhada por Pyong Lee (조영래) (@pyonglee) em

Pyong Lee também comentou sobre as acusações de que ele teria assediado outras participantes do reality em uma festa: "O que se passou dentro do BBB, naquele clima festivo do confinamento, sem qualquer maldade ou beligerância, já foi esclarecido, como público e notório, por mim e pelos envolvidos, mas não por aqueles que querem se aproveitar do episódio para semear o ódio e promover a discórdia".

O E+ entrou em contato com a assessoria do youtuber, mas não obteve resposta até o momento da publicação.

*Estagiário sob supervisão de Charlise Morais