'Não é uma boa pessoa', diz Pink sobre produtor processado por Kesha

Redação - O Estado de S.Paulo

Kesha processou Dr. Luke alegando que ele abusou sexual, física e psicologicamente dela por dez anos

Pink falou sobre Dr. Luke, produtor artístico da gravadora com quem Kesha tem contrato firmado há mais de dez anos.

Pink falou sobre Dr. Luke, produtor artístico da gravadora com quem Kesha tem contrato firmado há mais de dez anos. Foto: REUTERS/Danny Moloshok | REUTERS/Mario Anzuoni

Kesha passou anos em uma batalha judicial contra o produtor Dr. Luke, que ela acusa de abuso sexual e emocional, enquanto ele a acusa de difamação. Agora, Pink saiu em defesa da cantora.

Durante uma entrevista ao The New York Times, Pink disse: "Eu não sei o que aconteceu. Mas eu sei que, independentemente de Luke ter ou não feito isso, é o carma dele e ele mereceu porque ele não é uma boa pessoa".

Pink disse que o produtor já tentou trabalhar com ela, mas ela negou. "Eu falei na cara dele que eu não quero trabalhar com ele. Ele não é bom nos negócios, ele não é uma boa pessoa, não faz as coisas certas quando tem a oportunidade de fazê-las, então eu realmente não me sinto mal por ele".

Em 2016, Kelly Clarkson também opinou sobre o caso. "Infelizmente, quando você é tão pobre de caráter, muitos artistas não gostam de você e não gostam de trabalhar com você. Isso não é normal, sabe? Eu me dou bem com todo mundo que trabalha comigo. Ele não é o cara para mim", falou ela à US Weekly na época.

Dr. Luke produziu os dois primeiros álbums de Kesha. Em 2014, a cantora abriu um processo pedindo o fim do contrato com a Kemosabe Records, empresa que faz parte da Sony Records e tem como diretor artístico Dr. Luke. Ela alegou 0 que o produtor abusou sexual, física, verbal e psicologicamente dela por dez anos, fazendo-a "quase perder a vida" para "manter controle total".

Então o produtor entrou com outro processo, acusando Kesha e sua mãe de difamação. O processo acabou em fevereiro deste ano, e a cantora não conseguiu quebrar o contrato. Em julho, ela ressurgiu com o single Praying, mas, para lançá-lo, precisou pedir autorização para a Kemosabe Records. Em agosto, ela lançou o álbum Rainbow

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