O. J. Simpson nega ser pai de Khloé Kardashian: 'Nunca tive interesse em Kris Jenner'

Redação - O Estado de S.Paulo

Ex-jogador era amigo próximo de Robert Kardashian, que o defendeu da acusação de assassinato e havia sido casado com Kris, mãe de Khloé

O ex-jogador de futebol americano O. J. Simpson e a empresária Khloé Kardashian.

O ex-jogador de futebol americano O. J. Simpson e a empresária Khloé Kardashian. Foto: Jason Bean/Pool via The New York Times / Instagram/@khloekardashian

O ex-jogador de futebol americano O. J. Simpson publicou um vídeo em seu perfil no Twitter para esclarecer os boatos envolvendo a paternidade de Khloé Kardashian.

Em 1994, quando foi acusado de assassinato, O. J. teve como advogado Robert Kardashian, que havia sido casado e tido quatro filhos com Kris Jenner. Por conta da proximidade com a família antes mesmo do caso, começaram a surgir especulações de que O. J. era o verdadeiro pai de Khloé. No entanto, na publicação desta segunda-feira, 17, ele nega qualquer envolvimento amoroso com Kris.

"Bob Kardashian era como um irmão para mim. Ele conheceu e se casou com Kris [Jenner] e eles realmente tiveram momentos ótimos enquanto estiveram juntos. Infelizmente, isso acabou. Mas nunca, e quero enfatizar que nunca, de qualquer maneira ou forma, eu já tive algum interesse romântico e sexual em Kris . Eu nunca percebi qualquer indício de que ela tivesse interesse em mim. Então todas essas histórias são apenas falsas. Khloé, como todas as garotas, eu tenho muito orgulho, assim como eu sei que Bob teria se ele estivesse aqui. O simples fato da questão é que ela não é minha [filha]", explicou na gravação.

No vídeo, ele também acusa Norman Pardo de espalhar os boatos para a imprensa e revela que ele nunca foi seu empresário.

Em 1994, O. J. Simpson foi acusado de matar sua ex-mulher, Nicole Brown, e seu amigo, Ronald Goldman. O julgamento durou mais de um ano e ele foi declarado inocente. Simpson voltou a enfrentar tribunais da justiça em 2008, ao ser acusado de assalto à mão armada, sequestro e formação de quadrilha. Ele foi condenado a 33 anos de prisão e hoje encontra-se em liberdade condicional.