Lady Gaga está 'honrada' por cantar hino na posse de Joe Biden

Redação - O Estado de S.Paulo

Cantora, que apoia impeachment de Donald Trump, está entre os artistas que confirmaram presença no evento

Cantora Lady Gaga na cerimônia do Oscar, em 2019.

Cantora Lady Gaga na cerimônia do Oscar, em 2019. Foto: Lucas Jackson/Reuters

Lady Gaga usou suas redes sociais nesta quinta-feira, 14, para agradecer o convite para cantar o hino nacional dos Estados Unidos na posse do presidente eleito Joe Biden.

"Estou profundamente honrada por fazer parte da posse de Biden no dia 20 de janeiro e cantar o hino nacional e celebrar a histórica inauguração de Joe Biden e Kamala Harris", escreveu a cantora em seu Instagram. 

Recentemente, Lady Gaga usou o Twitter para pedir pelo impeachment de Donald Trump, alegando que o atual presidente do país "incita o terrorismo" (leia mais aqui).

Além da cantora, outros nomes conhecidos como Jon Bon Jovi, Demi Lovato, Justin TimberlakeJennifer Lopez também confirmaram presença no evento da posse que, segundo a equipe de transição, mostrará um país diverso.

O evento também contará com comentários de um bombeiro negro da Geórgia, uma ex-vencedora do Prêmio Nacional de Poeta da Juventude, um padre católico e um pastor da cidade onde mora Biden, Wilmington, no Delaware.

"Elas representam uma imagem clara da grande diversidade da nossa grande nação", disse a equipe de Biden sobre as apresentações musicais de Lady Gaga e Jennifer Lopez em comunicado feito nesta quinta-feira, 14.

Os participantes refletem a "visão inabalável" de Biden e da vice-presidente eleita Kamala Harris "de um novo capítulo em nossa história norte-americana, no qual somos uma América unida para superar as profundas divisões e desafios enfrentados por nosso povo, unificar o país e restaurar a alma de nossa nação".

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O democrata assume a Casa Branca do republicano Donald Trump em um evento reduzido em meio à pandemia de covid-19 e às crescentes preocupações com a segurança, depois que uma multidão de apoiadores de Trump invadiu o Capitólio dos EUA buscando impedir a certificação da vitória de Biden pelos parlamentares.

* Com informações da agência Reuters.