Fernanda Gentil faz post apoiando as mães que não conseguem amamentar seus filhos

Redação - O Estado de S.Paulo

Apresentadora desabafou sobre a insegurança de amamentar seu filho com mamadeira

Fernanda Gentil, apresentadora da TV Globo

Fernanda Gentil, apresentadora da TV Globo Foto: João Cotta/ TV Globo/ Divulgação

A apresentadora Fernanda Gentil desabafou em seu Instagram sobre as dificuldades que teve para amamentar seu filho, Gabriel, fruto do casamento com o empresário Matheus Braga. Aproveitando a Semana Mundial do Aleitamento Materno, que acontece entre 1 e 8 de agosto, Fernanda deu apoio para as mães que, como ela, não conseguiram amamentar seus filhos. 

"Já que estamos na semana do aleitamento materno: eu achei que amamentar fosse tão automático quanto ser mãe - se quando nasce um filho, nasce uma mãe, então essa mãe vai amamentar. Não necessariamente. Talvez não se tiver mamilos invertidos, prótese, redução de mama, se sentir muita dor, o leite não descer ou secar - e o meu secou”, escreveu a apresentadora.

"Para uma mãe que sempre sonhou em viver o momento mágico de filme do filho mamando no peito, do olho no olho, da mãozinha segurando o nosso dedo, a notícia da mamadeira cai como uma bomba. Chorei, me julguei e repassei a gravidez inteira na minha cabeça tentando descobrir onde errei; se foi o chocolate que comi, a noite que não dormi ou aquela longa escada que subi", continuou Fernanda. 

"O meu sofrimento durou até eu dar a primeira mamadeira. Foi quando descobri que eles também olham no nosso olho e a mãozinha também segura o nosso dedo quando mamam na 'dedêra'. Descobri também que esse é um assunto polêmico e não estou aqui para polemizar. Até porque o melhor cenário é o leite materno! Claro! Mas o pior é não ter leite; nem do peito da mãe, nem de outro peito, nem da lata", disse. 

"Porque se eu posso usar minha imagem para ajudar principalmente tantas mulheres na mesma situação que eu vivi, meu recado é esse: amamentar é fundamental, mas quem não consegue não é menos mãe. Essa foi a minha melhor descoberta: o amor que bate no peito bate também na mamadeira", finalizou.

Veja abaixo o post.

 

Já que estamos na semana do aleitamento materno: Eu achei que amamentar fosse tão automático quanto ser mãe - se quando nasce um filho, nasce uma mãe, então essa mãe vai amamentar. Não necessariamente. Talvez não se tiver mamilos invertidos, prótese, redução de mama, se sentir muita dor, o leite não descer ou secar - e o meu secou. Para uma mãe que sempre sonhou em viver o momento mágico-de-filme do filho mamando no peito, do olho no olho, da mãozinha segurando o nosso dedo, a notícia da mamadeira cai como uma bomba. Chorei, me julguei e repassei a gravidez inteira na minha cabeça tentando descobrir onde errei; se foi o chocolate que comi, a noite que não dormi ou aquela longa escada que subi. O meu sofrimento durou até eu dar a primeira mamadeira. Foi quando descobri que eles também olham no nosso olho e a mãozinha também segura o nosso dedo quando mamam na "dedêra". Descobri também que esse é um assunto polêmico e não estou aqui para polemizar. Até porque o melhor cenário é o leite materno! Claro! Mas o pior é não ter leite; nem do peito da mãe, nem de outro peito, nem da lata. Então nessa semana tão importante, vamos valorizar o aleitamento materno, o alheio, ou apenas o ato de alimentar. E de amar. Porque se eu posso usar minha imagem para ajudar principalmente tantas mulheres na mesma situação que eu vivi, meu recado é esse: amamentar é fundamental. Mas quem não consegue não é menos mãe. E essa foi a minha melhor descoberta: o amor que bate no peito, bate também na mamadeira.

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