Em resposta a ex-administradores, Johnny Depp diz que compra o que quiser com seu próprio dinheiro

Redação* - O Estado de S.Paulo

Ator questiona porque empresa contratada não conteve seus gastos se sabia que ele estava falindo

Johnny Depp travou uma briga judicial com a empresa que fazia sua gestão financeira.

Johnny Depp travou uma briga judicial com a empresa que fazia sua gestão financeira. Foto: Tobias Schwarz/Reuters

Depois de ter denunciado a empresa que fazia a gestão de seus negócios e, em troca, ter sido acusado de ser o agente da própria (quase) falência, Johnny Depp se posicionou. "Se quero comprar 15 mil bolas algodões por dia, o problema é meu", disse em entrevista ao The Wall Street Journal

O ator, que recentemente fechou acordo para pagar 7 milhões de dólares a ex-mulher, é acusado de ter uma dívida com a The Management Group (TMG), que segundo ele pediu empréstimos sem a sua autorização. A TMG geriu a vida financeira de Depp por 17 anos. 

Depp acusa a empresa de não ter efetivado o pagamento de impostos por 16 anos, o que teria acarretado ao ator uma dívida de 8,3 milhões de dólares em multas com o governo federal. Ele também reclama que a TMG não o alertou para que contesse seus gastos. Quem está cuidando da situação de Depp é o advogado Adam Waldamn.

O porta-voz da TMG, David Shane, disse que Depp "é um mentiroso que terceiriza as suas responsabilidades e coage outros a mentirem por ele". Para TMG, o ator é responsável por sua complicação financeira porque não sabe conter seus gastos. Segundo a empresa, Depp gasta uma média de R$ 6,2 milhões por mês. Recentemente ele comprou uma yate de R$ 57,4 milhões, 45 carros de luxo e tem um gasto mensal com vinhos, viagens em aviões privados e um corpo de funcionários de 40 pessoas,  conjuunto de gstos que equivale R$ 2,2 milhões mensais. /*Agências