Eliana revela ter sofrido aborto espontâneo em 2016

Redação - O Estado de S.Paulo

Apresentadora relatou na revista 'Veja' que foi trabalhar dois dias depois, sem poder deixar transparecer a tristeza

'Mesmo tendo meu filho, minha mãe, além de amigos e outros familiares ao meu lado, uma gravidez de risco é um caminho que se faz sozinha', escreveu Eliana em depoimento publicado na revista 'Veja'

'Mesmo tendo meu filho, minha mãe, além de amigos e outros familiares ao meu lado, uma gravidez de risco é um caminho que se faz sozinha', escreveu Eliana em depoimento publicado na revista 'Veja' Foto: Instagram.com/eliana

A apresentadora Eliana, grávida de nove meses de Manuela e mãe de Arthur, de seis anos, escreveu um depoimento à revista Veja sobre as complicações da gravidez. 

Além de relatar a tensão e o medo sofridos após o descolamento da placenta, ela revela que teve um abordo espontâneo aos dois meses de gravidez em 2016. "Além da família e dos muito íntimos, ninguém soube nem da euforia e nem da tristeza que vivemos; do desabar dos sonhos", escreveu.

Ela disse que voltou a trabalhou poucos dias após o procedimento para a retirada do feto, sem poder deixar transparecer a tristeza. "Dois dias após a curetagem –, um processo difícil, tanto físico como emocionalmente –, eu já estava no palco, ao vivo por horas, no comando do Teleton, a maratona televisiva em prol da AACD, da qual sou madrinha." Eliana conta que tentou minimizar sua dor ajudando as crianças e mães beneficiadas pelos programas. 

Neste ano, em janeiro, a apresentadora teve a notpicia de que estava grávida novamente. "Junto, vieram o pedido de casamento e muitos planos –, até que aquele sangramento me paralisou como absolutamente nada havia feito antes", escreveu. Ela precisou parar de trabalhar e já foi hospitalizada duas vezes. "Mesmo tendo meu filho, minha mãe, além de amigos e outros familiares ao meu lado, uma gravidez de risco é um caminho que se faz sozinha."

"Curiosamente, depois de tudo o que passei, diferentemente da minha revolta no início de todo este processo, me vem um outro sentimento forte: de gratidão. Agora pode chegar, Manuela."  Leia o relato completo na Veja.