Ainda revoltado com as mudanças do YouTube? Felipe Neto explica que, na verdade, nada mudou

- O Estado de S.Paulo

Em vídeo, o youtuber explica que as regras continuam as mesmas e que o problema foi uma falha de comunicação

Vídeo já tem mais de 1 milhão de visualização

Vídeo já tem mais de 1 milhão de visualização Foto: Reprodução/ YouTube

Quando o YouTube mandou um comunicado com as políticas de monetização dos vídeos, com restrições de conteúdo, os youtubers foram à loucura. Um dos vloggers mais conhecidos da internet, Felipe Neto, fez um vídeo explicando que, na realidade, nada mudou. 

De acordo com o youtuber, os termos sempre existiram. Quando alguém cria seu canal no site e aperta "aceito", automaticamente concorda. Felipe comparou a situação ao conteúdo da televisão aberta, que piorou a partir do momento que "se vendeu" para os anunciantes. 

Na opinião do vlogger, se o YouTube fizesse a mesma coisa, "seria o maior passo para trás na indústria do entretenimento". Mas, ele explica, isso não acontece e quem manda no conteúdo produzido nos canais do site são os youtubers. 

"O YouTube vai proibir o palavrão? O YouTube vai limitar a publicidade apenas ao conteúdo politicamente correto? O YouTube vai mudar sua forma de agir em relação a publicidade? NÃO"

A única diferença é que, agora, quando o youtuber tem seu vídeo excluído ou desmonetizado, ele pode recorrer e pedir para que uma pessoa analise o conteúdo e veja se realmente é inapropriado. 

Em uma reunião com a equipe do site, tudo foi esclarecido, o que fez com que ele entendesse o caso. O problema, para Felipe, foi na comunicação. Ao mandar o comunicado, a empresa não explicou tudo o que foi explicado por ele no vídeo. 

A polêmica começou na última quarta-feira, 31, quando o YouTube mudou a forma de notificação ao desmonetizar um vídeo. O site se posicionou: 

As nossas políticas de não monetização de vídeos em relação ao que é adequado para publicidade não mudaram. Porém, para garantir uma melhor comunicação, nós recentemente melhoramos as notificações e o processo de apelação.

Assista ao vídeo: