'A natureza do amor é viver, mas nós o matamos', diz padre Fábio de Melo

Redação - O Estado de S.Paulo

Após separação de Whindersson Nunes e Luísa Sonza, religioso refletiu sobre o que é 'amar'

Padre Fábio de Melo.

Padre Fábio de Melo. Foto: Instagram/@pefabiodemelo

Whindersson Nunes e Luísa Sonza se separaram na terça-feira, 29, e o padre Fábio de Melo aproveitou a onda de comentários sobre o fim do casal para falar sua opinião sobre o amor.

"Amor também acaba. A visão romântica, ‘não era amor, por isso acabou’, não se aplica. Sim, o amor, o mais genuíno, o mais verdadeiro, também morre. Sua natureza é viver, mas nós o matamos. Com a indiferença, com a traição, com o abandono", afirma o religioso.

Assumindo um tom mais poético, ele continua: "O amor é flor delicada, fruto que pede cultivo diário. Assim como somos capazes de fazê-lo florescer, também temos capacidade de sufocá-lo, secar suas raízes. Quem quiser mantê-lo vivo, que lute."

A reflexão do padre rendeu elogios de personalidades como Angélica, Huck, Eliana e Thaeme. 

No entanto, teve quem discordou da visão de Fábio de Melo. Uma seguidora escreveu que "romance e tesão acabam, mas amor não". "Amor é querer bem, é querer ver o outro bem... é rezar, no silêncio,, pelo outro. Parem de romantizar o amor. Amor é decisão", escreveu.

 

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