Starbucks usará filtros para barrar pornografia a partir de 2019

Redação - O Estado de S.Paulo

Rede de cafeterias deve implementar novidade em rede wi-fi de suas lojas dos EUA

Símbolo da Starbucks.

Símbolo da Starbucks. Foto: Jonathan Alcorn / Reuters

A rede de cafeterias Starbucks planeja utilizar ferramentas para proibir que seus clientes assistam a vídeos de pornografia ou outros conteúdos explícitos em suas lojas a partir de 2019.

Segundo informações do Business Insider, apesar de este tipo de conteúdo já ser proibido nas lojas da rede, ainda não há um filtro para bloqueá-los, como já ocorre em outras redes nos Estados Unidos, como o McDonald's.

O posicionamento vem dias depois de a CEO da Enough Is Enough, entidade que afirma lutar por um ambiente virtual mais seguro e familiar, Donna Rice Highes, criticar a empresa.

"Starbucks está mantendo a porta aberta para predadores sexuais e outros que voam sob o radar da lei e usam serviços grátis e públicos de Wi-Fi para acessar pornografia infantil ilegal e pornografia pesada", afirmou Donna em um comunicado.

Em julho de 2016, a companhia já havia emitido uma nota afirmando que estava trabalhando para bloquear sites com conteúdo explícito, mas não haviam surgido novidades até então.