Relembre momentos bizarros da história das eleições

- O Estado de S.Paulo

Não é de hoje que o Brasil é um celeiro de bizarrices durante o período eleitoral

Nas eleições para prefeito do Rio de Janeiro, em 1988, o grupo Casseta e Planeta resolveu lançar uma forma inusitada de incentivar o voto de protesto: as pessoas deveriam escrever "Macaco Tião", animal do zoológico local, na cédula de votação; com o slogan de "o único político que já está preso", Tião obteve cerca de 400 mil votos e ficou na terceira colocação, à frente de muitos candidatos sérios; no show de lançamento de sua candidatura, mais de 4 mil pessoas favoráveis ao voto nulo compareceram ao Circo Voador, entre eles personalidades como Roger, do Ultraje a Rigor, e o cantor Leo Jaime 

Nas eleições para prefeito do Rio de Janeiro, em 1988, o grupo Casseta e Planeta resolveu lançar uma forma inusitada de incentivar o voto de protesto: as pessoas deveriam escrever "Macaco Tião", animal do zoológico local, na cédula de votação; com o slogan de "o único político que já está preso", Tião obteve cerca de 400 mil votos e ficou na terceira colocação, à frente de muitos candidatos sérios; no show de lançamento de sua candidatura, mais de 4 mil pessoas favoráveis ao voto nulo compareceram ao Circo Voador, entre eles personalidades como Roger, do Ultraje a Rigor, e o cantor Leo Jaime  Foto: Reprodução / Instagram

Ao longo da história das votações no Brasil, diversas bizarrices já aconteceram. A começar pelo fato de que entre os candidatos mais votados da história da Câmara dos Deputados estão figuras como Tiririca, Enéas Carneiro e Clodovil.

Porém, é possível ir ainda mais longe: até animais já foram lembrados e receberam votações expressivas quando o sistema ainda era feito através de cédulas de papel. Quem não se lembra de Cacareco ou do Macaco Tião?

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