Jovens querem autonomia para gerir a carreira

Gabriely Araújo, ESPECIAL PARA - O Estado de S.Paulo

Profissionais precisam desenvolver habilidades empreendedoras para enfrentar o mercado

Henrique Coelho deixou cidade natal para empreender em SP

Henrique Coelho deixou cidade natal para empreender em SP Foto: Rafael Arbex/Estadão

Aos 26 anos, Henrique Coelho não tem medo de arriscar. Nascido em Florianópolis, largou a faculdade de Relações Internacionais para ser empreendedor em São Paulo. Hoje, ele está à frente de três startups: a Pagar.me, plataforma de pagamentos online e gestão financeira, a Confianet, certificadora de confiança para e-commerces e, desde o início do ano, a Casuall, voltada para o mercado de seguros. “Nunca me conformei em seguir uma vida padrão."

Henrique faz parte dos 36% da população adulta brasileira com idade entre 18 e 64 anos que resolveu ser dono do próprio negócio. Os dados são da última edição da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), responsável por mapear informações sobre empreendedorismo em 65 países. “O Brasil é um dos primeiros no ranking. O problema é a baixa qualidade do empreendedorismo. Somos criativos, mas pouco inovadores”, diz Guilherme Arradi, do Sebrae-SP.

Para Ricardo Basaglia, participante do Bate-Papo Lado A Lado B o conceito de empreendedorismo é mais amplo que abrir uma empresa.  “O empreendedor é aquele que quer fazer a diferença, seja dentro de uma empresa, abrindo o próprio negócio, dentro da universidade. 

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