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Depois de sabermos um pouco, nos textos anteriores aqui do blog, sobre os princípios básicos do yoga, devemos escolher um tipo de yoga com o qual nos identificamos mais. Sim, existe mais de um tipo de yoga.

 

1) Karma Yoga, o yoga do trabalho;

2) Hatha Yoga, o yoga da força;

3) Bhakti yoga, o yoga da devoção;

4) Jnana Yoga, o yoga do intelecto;

5) Raja yoga, o yoga da realização.

 

O Karma Yoga é nossa capacidade de fazer o que deve ser feito sem expectativa de resultado ou reconhecimento pelo trabalho feito. É o chamado “serviço desinteressado”. E deve ser feito com amor, respeito e, sobretudo, desprendimento.

 

O Hatha Yoga é a disciplina de você executar o que propôs a si mesmo, independentemente das dificuldades para isso. Esse tipo de yoga está relacionado, principalmente, aos nossos desafios físicos.

 

O Bhakti Yoga tem a ver com o nosso entendimento religioso e a capacidade de levar a cabo a ética, a moral e os comportamentos propostos pela filosofia religiosa escolhida. E, é claro, tem a ver com a devoção que sentimos por Deus ou pelos deuses.

 

O Jnana Yoga é o yoga do entendimento filosófico. Dos estudiosos de todas as ciências existentes nos tempos de hoje. E também, é claro, dos pensadores que nos esclarecem os segredos do universo físico, mental, emocional e energético.

 

O Raja Yoga é relacionada àqueles que tem uma capacidade maior de meditar sobre algo a ponto de se tornar este algo.

 

Algumas linhas falam sobre outros tipos de yoga, mas, ao meu ver, esses outros tipos são desdobramentos desses cinco, como por exemplo o Mantra Yoga, relacionado, em absoluto, ao Bhakti, ou devoção.

 

Agora, com um pouco mais de conhecimento teórico sobre a filosofia do yoga, a prática de algum deles talvez faça mais sentido pra você.

 

Hari Om.