Hoje vou iniciar uma série de textos a respeito da estreita relação entre robôs e os vovôs e as vovós. A ideia é discutir o quanto os robôs irão poder ajudar os mais velhos em tarefas cotidianas.

Não haverá pessoas mais jovens para cuidar de tantos idosos, a menos que os robôs ajudem.

Amigos de lata que podem ajudar as pessoas a levantar objetos pesados, avisar um familiar quando há uma emergência médica ou até a fazer tarefas domésticas, como limpar a casa, por exemplo.

Esse assunto está ganhando corpo porque os especialistas estão preocupados com o constante e real envelhecimento da população mundial. Este ano, por exemplo, haverá mais pessoas acima dos 65 anos do que com menos de cinco anos pela primeira vez na história da humanidade. É muito assustador, não é mesmo?

E a preocupação é simples. Não haverá pessoas mais jovens para cuidar de tantos idosos, a menos que os robôs ajudem.

Nos próximos anos, os tipos de robôs de que as pessoas precisam mudarão, mas por enquanto, a robótica é dominada por máquinas industriais, para montar carros ou equipamentos elétricos.

A revista The Economist publicou um artigo mostrando que os países que investem em robótica são também os que mais envelhecem proporcionalmente.

Embora o assunto seja um pouco futurista, precisamos pensar em como seremos quando estivermos na categoria de vovôs e vovós. Lembrando sempre que a robótica não exclui nossa tríade da longevidade (alimentação saudável, exercício físico regular e vida social ativa). Vamos continuar a discutir este assunto robótico. Viva mais e melhor.