Gosto muito de um texto do Carlos Drummond de Andrade chamado O tempo: “Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a quem se deu o nome de ano foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão”.

Há 13 anos uma amiga me contou que a cada novo ano fazia uma lista de coisas a serem realizadas. Na hora achei ridículo, mas já aderi e acho isso fundamental, porque ao longo do ano vamos sendo engolidos pelos compromissos, rotina, preguiça, enfim…inúmeras razões para esquecer o que nos prometemos. Mas se no balanço de fim de ano e na euforia da virada você pensou em fazer algumas coisas é porque elas fazem sentido, certo? Então porque abandoná-las?
Minha experiência com o programa Longevidade é que não há limite de idade para propormos a nós mesmos novos horizontes. Para a longevidade estas promessas, ou melhor, esses projetos são essenciais. Sem propostas não há jogo, sem jogo a vida fica com os dias contados e totalmente sem graça.

Por tudo isso, coloque sua lista em local visível e vá em busca do que planejou: a alegria e satisfação que você vai sentir a cada item realizado vai valer a pena!