O Instituto de Longevidade publicou uma notícia recentemente que me fez pensar o quanto podemos fazer pelo outro e para o outro.

Uma senhora de pouco mais de 50 anos foi contratada por uma rede de supermercados do Reino Unido como empacotadeira. Até aí nada demais. Só que um ano após a sua contratação ela foi diagnosticada com Alzheimer.

Ao invés de demiti-la ou encostá-la, a rede de supermercados fez uma série de adaptações para poder mantê-la no cargo. Além disso, ajudou a família com reuniões sobre a doença, mobilizou os colegas para que entendessem o problema, ou seja, acolheu-a completamente.

Fazer o bem para viver mais e melhor

Conforme o tempo passava e o quadro se agravava, a rede foi fazendo adaptações. Criou um cargo que simplesmente não existia, a de limpadora dos caixas, para que ela pudesse continuar a trabalhar.

O que essa rede de supermercado fez foi mostrar a essa senhora que, apesar da doença, ela era útil e importante.

Isso é algo muito interessante para pensarmos sobre a velhice. É preciso que as pessoas se sintam úteis, valorizadas e queridas. Isso, obviamente começa na família, mas se estende por toda a sociedade. Temos de valorizar as pessoas como fez esta rede de supermercados e mostrar a elas que são sim parte do todo.

Esta atitude ajuda na saúde física, mental e emocional do idoso, mas de todos também. Afinal de contas todos nós estaremos um dia nesta situação e também vamos querer ser valorizados.

Aqui cabe bem a frase de John Wesley “Faça todo o bem que puder, com todos os recursos de que dispuser, de todas as formas, lugares, sempre que puder, a todas as pessoas que puder, enquanto você puder“. Vamos fazer o bem para viver mais e melhor ?