Viver é realmente uma arte que exige flexibilidade, resiliência e adaptação. As pessoas que conseguem se adaptar de forma mais rápida conseguem viver de forma mais leve.

Já falamos muito sobre o quanto a pandemia alterou nosso dia a dia e os reflexos dessa mudança tão brusca na vida de todos nós. Viver agora exige adotar novos hábitos e o mais importante é entender que isso não deve gerar ansiedade ou frustração. Ser flexível e resiliente nunca foi tão importante.

Ser oito ou oitenta nunca foi bom, mas nesses tempos, esse tipo de atitude não poderia ser pior. Isolar-se assustado com a pandemia não é uma atitude saudável, mas ir a uma praia lotada como se o mundo fosse acabar amanhã, também não. O meio termo é conhecido como o irmão do bom senso. Nesse sentido, o que sugiro aqui é, além do contato virtual com amigos e familiares, aos poucos retomar algumas atividades.

Entre elas, os pequenos encontros com pessoas que também estão se cuidando. Seja uma caminhada na calçada com um amigo, até um café, almoço ou jantar na casa de alguém, sempre em pequeno número e com segurança, claro. Ambiente ventilado, higienização das mãos, uso de máscara de forma correta e distanciamento social.

E o mais importante de tudo, lembre que você sempre pode escolher o estilo de vida que quer pra si mesmo. Busque a leveza, e isso não significa se alienar, não ouvir mais as notícias, não ficar por dentro do que acontece no mundo. Mas, quando estiver com as pessoas de que gosta, escolha assuntos leves. Que tal trocar dicas sobre o último livro, aquele filme que você gostou, aquela receita que ficou uma delícia ou dar uma boa gargalhada com aquela que deu errado?

A máscara veio pra ficar, assim como o álcool gel e retirar os sapatos ao entrar em casa não é mais uma questão cultural, então, que tal adotar isso como um hábito, assim como escovar os dentes após as refeições e focar sua energia no quanto é bom viver?

Faça sua escolha e viva mais e melhor.