A demência, incluindo o Alzheimer, pode matar. Na Inglaterra e no País de Gales matou mais pessoas que as doenças cardíacas em 2015. Foi o que revelou a Agência Nacional de Estatística (Office for National Statistics), mostrando que mais de 61 mil pessoas morreram de demência no período, o que representa 11,6% de todas as mortes.

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Claro que, em parte, estes dados referem-se ao envelhecimento da população e ao melhor diagnóstico por parte dos médicos dos vários tipos de demências.

Estatisticamente, as mulheres sofrem mais de demência que os homens:  41.283 mortes contra 20.403, em 2015. Todos os tipos de câncer ainda são a causa mais comum de morte em geral.

Segundo os médicos, embora a doença não tenha cura, é possível tratar e, quanto antes, melhor. Por isso, é preciso ficar atento aos sinais:

  • Perda de memória;
  • Dificuldade de atenção;
  • Problemas de linguagem;
  • Dificuldade na orientação temporal e espacial e funções motoras;
  • Apatia;
  • Depressão;
  • Distúrbios do sono;
  • Ansiedade;
  • Desinibição;
  • Alteração de apetite;
  • Irritabilidade/agitação/agressividade.

Embora pareça um texto só com más notícias. Não é. A boa é que, apesar da demência, é possível ter uma boa qualidade de vida. Outra boa notícia é que os médicos já sabem que hábitos saudáveis de vida como alimentação equilibrada, exercício físico e atividades que estimulem o cérebro podem retardar a doença. Em alguns casos até evitar. Então, comece agora a praticar hábitos melhores e viva mais e melhor.