Hoje participei como convidado do Summit Saúde 2017, evento que tradicionalmente o Estadão realiza para reunir profissionais da área para discutir a saúde no Brasil. Entre tantos palestrantes e debatedores nacionais e internacionais o que chamou bastante a atenção: a maioria das apresentações o tema central foi a inovação.
Falou-se em tecnologia que pode substituir o homem no diagnóstico e tratamento de doenças e de aparelhos que vão desde sofisticados robôs que fazem cirurgias complexas até equipamentos portáteis capazes de medir batimentos cardíacos, pressão arterial, controlar o diabetes usando apenas o aparelho celular e uma conexão de internet. Inteligência artificial a serviço de de uma saúde melhor, proporcionando às pessoas a oportunidade de viver por mais tempo e de forma melhor.


Assim como em vários eventos deste tipo o envelhecimento da população – tanto no Brasil quanto no mundo – é uma grande preocupação. Hoje a média de vida vai de 75 a 85 anos, enquanto há cerca de 30 anos estava em média os 65, o que está levando muitos cientistas a pensar em como controlar e até mesmo a banir certas patologias.
O conhecimento traz consigo novos desafios e responsabilidades tanto de médicos quanto de pacientes, pois apesar de tamanha evolução tecnológica a conclusão a que se chega é que ainda é melhor e mais produtivo pensar em prevenção do que correr atrás de tratamentos e cura para as doenças.
Para você que é nosso leitor há algum tempo falar em prevenção não é algo novo certo? Não é demais lembrar você que a tríade atividade física regular, alimentação equilibrada e convívio social ainda são as melhores fórmulas contra doenças degenerativas e até incapacitantes. Vamos acompanhar a evolução da medicina com entusiasmo e, enquanto isso, encha o prato de frutas e legumes, mexa seus músculos e pratique amizade e amor todos os dias. Viva mais e melhor.