Dança e Pilates. Juntas ou separadas, a oferta das duas modalidades têm feito cada vez mais sucesso nas academias e estúdios das principais cidades do País. Em São Paulo, aulas de BalletPilates, que  misturam os movimentos do ballet com a força do pilates, ganham novos acessórios.

Dedicada exclusivamente às mulheres, Audrea Lara inovou no BalletPilates ao criar uma aula que combina fitas, tecidos acrobáticos, bolas, barra de ballet e até bastão com elástico. “São movimentos que melhoram a mobilidade das articulações e desenvolvem a força muscular”, afirma ela.

O BalletPilates é baseado em uma metodologia criada em Londres nos anos 40 que dava, pela primeira vez, oportunidade às mulheres londrinas de frequentar um estúdio dedicado às atividades físicas. “Nossa inovação é ser feito em uma barra desenvolvida especialmente para a atividade e por contar com diversos acessórios dinâmicos“, diz.

De acordo com ela, a modalidade ajuda na perda de peso, fortalecimento muscular, alongamento, flexibilidade, alinhamento postural e ainda melhora o equilíbrio e o condicionamento cardiovascular. “O resultado é em um corpo esguio e alongado, com elegância e feminilidade“, fala Audrea.

Altino Andrade, educador físico da Rede Just Fit, destaca que a demanda por atividades ao ar livre e aulas de dança têm crescido a cada ano no Brasil.

“Durante todo o ano passado percebemos um grande aumento pelas corridas de rua, já que muita gente prefere as atividades ao ar livre. Um crescimento considerável  também têm ocorrido em relação às aulas de dança, principalmente entre as mulheres, que buscam descontração, agitação e até mesmo optam pelas aulas por  motivos terapêuticos”, diz. O treinamento funcional, por ter treinos que podem ser curtos, também continua em alta.

 “A procura por treinos rápidos é ainda maior sempre. A maioria das pessoas tem cada vez menos tempo de ir para a academia e os modelos de circuito funcional, com apenas 20 minutos diários e alta intensidade,  colabora para um trabalho do corpo de forma global”, destaca.

O importante, segundo os profissionais, é cada um encontrar uma atividade que tenha relação com o estilo de vida do praticante do exercício. O que é bom para um pode não ser para o outro.

Respeite sua individualidade e mexa-se. Procure orientação profissional.

 

Até semana que vem!