Foto: Divulgação

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“Nós combinamos com o bebê que ele vai nascer sexta-feira, quatro horas da tarde? E, se combinamos, ele respondeu para a gente que tem condição de nascer?”

Esse é um dos muitos questionamentos que nos fazem pensar em “O Renascimento do Parto” de Eduardo Chauvet e Erica de Paula. O documentário, feito de forma independente, já arrebatou mulheres de todo o Brasil, país que possui uma das maiores taxas de cesariana do mundo –  assustadores 90% nos hospitais particulares enquanto a OMS, Organização Mundial de Saúde indica apenas 15% como índice ideal e aceitável desse tipo de procedimento. Além do risco de bebês serem retirados da barriga das mães antes de estarem completamente prontos, todo processo de nascimento natural pode estar em risco, já que os hormônios mais primitivos que nos fazem parir desde que o mundo é mundo deixam de ser utilizados durante a cesárea. “Qual o futuro da humanidade nascida por cirurgia cesariana ou pelo uso da ocitocina sintética?”, pergunta um pesquisador francês.

Não é um “Fla-Flu” do parto. “O Renascimento do Parto” apresenta evidências científicas ao conversar com especialistas de todo o mundo sobre a importância do respeito ao nascer, sobre os riscos das cesáreas desnecessárias e sobre a indústria do parto no Brasil. Na minha opinião, um filme obrigatório para homens e mulheres.

Veja os horários de exibição no Canal Brasil (o número do canal depende da sua operadora de TV por assinatura):

Sábado, 03/01, às 22hs.

Domingo, 04/01, às 09:05hs

Segunda, 05/01, às 16h40

Terça, 06/01, às 19hs

Quarta, 07/01, às 11h50

Assista ao trailer de “O Renascimento do Parto”:

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