AME>>> Me siga. Não é uma sigla. É uma conjugação. Uma disposição. Sim, eu amei, ai de mim, muito mais do que devia amar. Porque eu sofro desse mal desse bem de amar por demais. Não sei como se mede como se sabe se é demais se é de menos o amor um amor esse amor todo o amor. Mas num jump de Vinicius a Neruda, confesso que amei mais do que pude. De Oswald a Caetano, eu amo. Na alegria da prova dos 9, o poeta diz love love love. Como no sonho em que o John me falou: little Arnold, my friend, all you need is love e tudo bem. É como eu amo. Como o típico personagem rodrigueano descabeladamente lamentando entre soluços: meu pecado é amar demais. Amo cantar no chuveiro sozinho no banheiro ou só pra família escutar. Amo cantar na festinha da amiga ou pros bêbados largados na mesa de bar. Amo cantar no Sarau da Maria olhando no rosto nos olhos dos poucos que ouvem. O que houve comigo desde que me assumi amante cantante e estou por aí contente a cantar? Canto bem às vezes mal mas tenho coisas a dizer e digo. É urgente, não é só pessoal nem intransferível. Viver é impreciso. Cante converse comigo amigo, eu preciso. Seja como for, é preciso inventar de novo o amor. Clame reclame declame AME>>>

Há pelos saraus, poetas e poetas, músicos e músicos, de estilos, estrilos, estalos e estágios variados. Tenho meus preferidos admirados e lidos, os mais amados e ouvidos. Mas não sou cri-crítico musical ou literário a apontar defeitos, descobrir versos quebrados e agudos imperfeitos. Cantem, dancem, poetizem, façam a festa. Formem todos a grande onda, na força coletiva do encantamento. Escrevam cravem palavras com vontade e com verdade. Nós passaremos. O movimento faz nossa voz ir além de nós e ecoar no tempo. Façam poemas-paixão letras-declaração das melhores intenções canções líricas eróticas impróprias ideológicas amorosas subversivas de arrepiar a tez da ideia de dar tesão no pelo do coração de amar até ralar a pele d’alma de se dar até gastar toda a luz do prazer. Como esta quase canção de amor que eu tive muita vontade de escrever. Talvez não seja pra já. Mas, quiçá, futuros amantes se amarão (sem saber) com esse amor que eu um dia bloguei pra você.

 

 

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O SHOW DA CÉU

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Esse ‘textinho’ de abertura (aí de cima) acabou ficando muito longo, encampou espaço e abraçou duas canções maravilhosas (a primeira, por inspiração do ‘Som a Pino‘). Mas o assunto principal de hoje, é a cantora Céu. Em setembro (acho), fui ao seu show no Sesc Santana. Saí de lá extasiado eletrizado maravilhado. Antes do último número, já tateava no celular palavras desconexas na penumbra do teatro. Pra não perder o embalo, parei na padoca da Maria Cândida, pedi uma cerva (uma de cada vez) e escrevi o textão abaixo. Não publiquei naquela semana porque havia assuntos mais urgentes ligados aos saraus. A Céu pode esperar (risos). A quem me achar exagerado (óbvio que sou), devo dizer que consegui suprimir e mandar pro lixo quase um terço do meu excessivo redundante prolixo texto original. A quem nunca foi a um show dela, recomendo. Mais que nos cds, é no palco que ela nos encanta pela voz, hipnotiza pelo olhar e nos leva pela mão. É ali que nos perdemos em sua ampla amplidão. Que viagem… que Céu!

 

CÉU é celestial. Céu é sol céu é mar. Ave altaneira peixe-mulher sereia. Céu mergulha e decola, cantarola impávida, asa ávida de voo, voz de brancanegra, brasa brasileira. Céu criadora, deusa. Céu vertical postura longilínea inteira íntegra. O público a venera e fica eufórico com ela. Admira sua luminosa presença, mas se controla e silencia porque a respeita. Todo olhos e ouvidos, todo queixos-caídos diante da magna atriz dominatrix impiedosa. Ela é fada e é foda, todapoderosa. Tudo que toca vibra pega fogo vira ouro. Rumba xote reggae rap ela assimila devora se apropria, customiza. E se diverte. A intérprete. Classuda, moderna, uma artista da hora de agora, contemporânea. Em sua salada eletrônica, letras poéticas temas insólitos som viajante, psicodélico por vezes lisérgico. Céu entorpece e enternece.

 

Magnética, concentra e distribui generosamente seus fartos recursos entre graves agudos e onomatopeias roucas e calientes, sílabas rasgadas e grunhidas no tom, ao sabor do momento. Céu faz música inteligente que move e comove a gente. Que balança nossa cabeça: faz pensar e dançar. O amor vem na sequência, consequência de estar lá, sob seu céu, quando Céu se abre sobre nós e nos encara, baita cantora. Excita e incita. Sexy e encantadora, Céu apaixona. Sinto que vou esgotar meu arsenal de adjetivos gozosos e elogiosos. A banda é excelente: Céu a comanda com os punhos, socos no escuro ou com toques sutis, na palma das mãos, estalando os dedos, soberana. A luz a segue e obedece. Se apaga quando ela cala. Céu ampla de som, sampler e novidades.

 

Céu em Sampa invadiu de azul minha tarde cinza, minha verdade solitária and blue. Céu é rosa amorosa vagarosa absoluta total. Como uma onda redonda que desmonta e retorna outra. É um som dançante que não se enquadra no padrão, groove quebrado e antenado que não se contenta com repetição. Pleno, rico de timbres inusitados, Céu é um caminho por onde a música vaza prazer. O gozo da melodia. Onde o canto se torna central e a periferia vira capital. Céu descamba no samba quebra requebra feito cabrocha clubber. Mistura tinturas partituras várias. Desfila diversidades com sobriedade e loucura no ponto certo, no grau. Céu é total. Celestial. E esse texto parece voltar ao começo. Como um céu imenso, como o universo curvo de Einstein, o céu de Céu não cabe em si. Seu show ainda me toca ainda toca na memória aqui ainda ecoa ecoa soa de boa e escoa céu em mim.

Céu lançou recentemente o cd Tropix (AQUI, na íntegra). Pode se jogar. Você vai flutuar.

 

 

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ROBERTA MARTINELLI 2,
A MISSÃO

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03 10 2016 SAO PAULO SP CADERNO 2 Roberta Martinelli, noca colunista do Caderno 2, em seu programa ao vivo. FOTO GABRIELA BILO/ ESTADAO

Pois, é, amigos. Arnaldo Afonso é um falastrão desastrado, humano demasiado humano, um misturador apaixonado de assuntos gozosos e um notório esquecedor de prioridades. Na semana passada, fiz um post pra falar dessa adorável figura que é a Roberta Martinelli, da novidade cultural que ela representa e dos incríveis programas que faz. E falei, até que falei. Mas desemboquei em outros assuntos, muitos, que nesse blog estarão sempre juntos: o jabá criminoso, o oportunismo da indústria do entretenimento, a defesa da diversidade (todas!), a luta pela representatividade cultural e others choses mais. Porém, faltou falar mais um pouquinho (ao menos) da Roberta propriamente dita, que ela merece. Falei do ‘Cultura Livre‘, que ela apresenta na tv Cultura, às quartas-feiras, 23h30 (com reprise, de segunda para terça, 0h30). Falei do ‘Som a Pino, que vai ao ar de segunda à sexta-feira, das 12h às 13h, na rádio Eldorado, ao vivo! E que o programa já virou blog, coluna no portal do Estadão e no jornal impresso. Enfim, que a Roberta desempenha bem em várias mídias. Mas faltou (entre os vários talentos dela) ressaltar esse aspecto muito importante: o ‘Som a Pino‘ também é transmitido ao vivo, via facebook, com os ouvintes assistindo (telespectadores?) interagindo, mandando suas mensagens, participando e até ‘pautando’ o programa, como a Roberta gosta de dizer. Tem uma seção superlegal chamada ‘a música mais maravilhosa do mundo’, atendendo ao pedido dos ouvintes que enviam uma gravação de vídeo pelo WhatsApp. Na segunda-feira, a escolhida foi a lendária ‘Página do Relâmpago Elétrico’, do meu amado ídolo Beto Guedes.

Fazia tempo que não ouvia essa canção maravilhosa (que não toca mais em lugar nenhum!). Fiquei comovido. Durante a execução das músicas, a gente vê a Roberta cantarolando, dublando, batucando na mesa, remexendo seus papéis, respondendo mensagens, esfregando as mãos ou simplesmente olhando pra gente. Então, o que eu não disse, é que o programa dela é NOVO. Se é que existe algo ‘novo’ sob o sol que a tudo extermina nesses tempos tão céleres. ‘Som a Pino‘ mistura arte, coração, mídias e tecnologias. Traz o rádio pra dentro do celular, traz o usuário de tudo que é plataforma digital pra dentro de um programa de música e leva música e cultura com diversidade pra dentro do dia-a-dia da cidade. Roberta aproxima as pessoas com seu carisma, simpatia e bom-humor. Faz até um coração peludo como o meu se arrepiar e desejar mandar coraçõezinhos virtuais pelo facebook. Não mandei (me contive). Mas dei um ‘like’ emocionado. Eu não tenho dúvida (alguém aí pode ter?) de que essa menina vai loooonge. Nesse momento, em meio a tantos revezes sociais e culturais, e ao ódio descarado, impune e explícito na net (e nas ruas), a presença luminosa de Roberta Martinelli é uma vitória do time dos amorosos, dos solidários, dos que sonham com respeito e oportunidade para todos. Diversidade é a palavra-chave. Defendê-la, é a questão central da modernidade. Praticá-la com naturalidade (como Roberta faz) é um modo profundo e sutil de revolucionar.

 

 

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ALCEU NO JÔ

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Eu não assisti, mas soube que o meu querido Alceu Valença (de quem falei AQUI no post sobre o Dylan) foi ao ‘Programa do Jô’ e fez um comentário muito interessante. Recentemente, ele escreveu roteiro, criou trilha sonora (ouça AQUI – eu já ouvi e gostei), dirigiu e produziu o filme ‘Luneta do Tempo’ (que eu ainda não pude ver). Lúcido e bem-humorado que é, disparou: “Meu filme passou em 3 cinemas. O do ‘Super-Homem’ passou em 80. Mas eu não vou ficar me queixando. Eu sou um artista. Eu faço arte. A obra está lá, eu já criei. Está pronta pra quem quiser ver, ouvir e se interessar.”

Parabéns, Alceu, sou cada vez mais fã seu. Um cara que faz sucesso de crítica e público há décadas e que mantém a integridade artística. E mistura frevo, forró, rock, pop, balada, embolada, coco, baião, bloco de carnaval, São João, Suassuna, João Cabral, Pastoril, teatro, cinema e ainda aparece na net tocando com os cantadores de feira e com os músicos de rua. Alceu é um artista de verdade. É titular absoluto no time (aí de cima) que defende a diversidade. Cabra bão!

 

 

 

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DIA DRUMMOND

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O Instituto Moreira Salles organizou a sexta edição do Dia D – Dia Drummond. A ideia (lançada em 2011) é para fazer com que a data do nascimento do grande poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade (31 de outubro de 1902), integre o calendário cultural do país. Todos os anos, o IMS convida artistas e instituições a participarem da festividade. Então, no ano que vem, se prepare para compartilhar músicas, poemas, informações e fotografias relacionadas ao poeta. Já que abri a coluna (e continuei) falando de arte e de amor, posto uns ‘versinhos’ de nosso principal poeta, tão amado.

“Se procurar bem você acaba encontrando.
Não a explicação (duvidosa) da vida,
Mas a poesia (inexplicável) da vida”.

Drummond, sempre-vivo. Homem-flor, bicho-galáxia, palavra-eletricidade. Viva Carlos Drummond de Andrade.

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chama

No dia 30 de outubro, a Livraria Cultura do Conjunto Nacional recebeu o sarau ‘Chama Poética Especial’, em homenagem a Drummond. O Chama Poética (projeto criado por Fernanda de Almeida Prado em 2004 para difundir a arte através da poesia, da literatura e da música) comemorou o dia D, com os artistas Gabriel de Almeida Prado, Alexandre Mello, Lucas Coimbra, Frederico Barbosa e a própria Fernanda  declamando poemas selecionados do poeta de Itabira. Abaixo algumas fotos:

chama1

chama2

chama3

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rubao

O poeta e jornalista Rubens Jardim (na foto acima), um dos organizadores do Sarau da Paulista, postou (e me autorizou a publicar) uma interessante história sua com Drummond e o belo poema que ele lhe inspirou. Ei-los:

“POR CAUSA DE UM VERSO — Que ficou martelando na minha cabeça, durante a vida inteira, acabei desentranhando essas palavras para homenagear um dos maiores poetas da nossa língua. Hoje, aniversário dele, resolvi trazer ambos à tona. O verso é este: “As coisas. Que tristes são as coisas consideradas sem ênfase”, do Drummond. E o meu poema taí, abaixo.

Sem ênfase
As coisas permanecem
Sendo coisas.
O avião não levanta voo
E o gesto não sai do corpo
Se não houver ênfase.
É a ênfase que arruma
A louça na cristaleira
E o lenço bordado na gaveta.
Sem ênfase
Ninguém salva as Flores
Do Mal. Nem as Cinzas
Das Horas.

 

 

 
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ZECA BALEIRO E ADOLAR
MARIN: ‘NA MINHA CASA’

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zeca

O Adolar Marin é um grande músico, cantor e compositor que já tem três cds gravados: Qualquer Estação (1999), Atemporal (2006) e Epílogo (2013). Além disso tudo, é uma pessoa de imensa generosidade. Ele criou, dirige e apresenta um programa na net, o ‘Na Minha Casa‘, onde bate papo e mostra ao público o talento, as canções e a história de artistas que a gente já deveria conhecer mas o esquema corrupto dos jabás não nos permite acesso. Lá ele recebeu Sonekka, Élio Camalle, Gabriel de Almeida Prado, Conrado Pera, Lia Cordoni, Kana e Léo Nogueira, entre outras feras. No fim do programa, tem uma seção chamada ‘Dica sem jabá‘, em que o Adolar divulga e comenta novos cds, e uma outra, ‘Quadro sobre Quadros’, onde sempre apresenta o trabalho de um artista plástico.
No especial de aniversário, excepcionalmente, o programa trouxe um cara já consagrado, porém muito presente no cenário alternativo: Zeca Baleiro. Ele, como Alceu (de quem já falei acima), é mais um daqueles que souberam usar o (merecido) sucesso para ampliar o leque de suas atividades artísticas de qualidade. O Zeca, além de seu ótimo trabalho próprio, é parceiro, produz e participa de muitos cds de novos artistas. E ainda musicou poemas de Hilda Hilst e resgatou a obra do talentoso e quase esquecido Sergio Sampaio. Escreve livros, faz discos infantis, leva suas opiniões antenadas e democráticas para blogs e jornais, e sempre que pode, aparece pra visitar seus amigos e parceiros do Clube Caiubi de Compositores. Zeca é dos nossos (leia o que já escrevi sobre ele, AQUI). E o programa ficou superlegal: parabéns ao Adolar e equipe.

 

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AGENDÃO

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Devido a dificuldades variadas e incontornáveis, voltei a postar apenas uma vez por semana, todas as quintas-feiras pela manhã. Juntei meus pitacos poético-culturais (das quartas) com o agendão (das sextas). O post fica longo, mas não há outro jeito. Quando eu puder, retorno ao formato anterior, menor e mais adequado. Dito isto, já temos aqui a ‘superagenda dos saraus’ para o seu findi, com fotos, cartazes, links e vídeos. Se aparecerem novidades na programação, eu insiro (na sexta) e aviso pelo facebook. Além das sugestões abaixo, acompanhe também as muitas opções contidas no site e na página da Agenda da Periferia. Informe-se, inconforme-se, atue e divirta-se!

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03gauche

Quinta-feira – 3 de novembro – 19h … Juliano Gauche – À Beira Da Piscina … Artista é conhecido por sua voz peculiar, sua performance intensa, explosiva e sua música cheia de lugares oníricos. Lançou “Nas Estâncias de Dzyan”, seu 2º disco solo. Roberto Carlos, Pink Floyd, Rimbaud, Fernando Pessoa, Beatles e Raul Seixas são referências do universo de Juliano Gauche. No Submundo 177, à rua Capitão Cavalcanti, 177, na Vila Mariana.

 

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01sobrenome

Quinta-feira – 3 de novembro – 20h … Sobrenome Liberdade #66 – Coletivando Poesia … Sarau recebe dois coletivos que lançam suas antologias literárias: o Sarau do Vinil (Vl.Joaniza) – “180 gramas” e o Slam do Grito (Ipiranga) – “Marginais Plácidos”. Além do palco aberto, os organizadores prometem algumas surpresas. No Relicário Rock Bar, à rua Manoel de Lima, 178, em Interlagos.

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02amanticidas

Quinta-feira – 3 de novembro – 20h30 … Os Amanticidas – com Suzana Salles e Vange Milliet – no CCSP … A ótima banda Os Amanticidas, recebe as cantoras Suzana Salles e Vange Milliet. No repertório, homenagens ao grande Itamar Assumpção. E também as canções do cd “Os Amanticidas”, recém-lançado. Ingressos a R$10 e R$20. No Centro Cultural São Paulo, à rua Vergueiro, 1000.

 

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03cueva

Quinta-feira – 3 de novembro – 21h … Grupo Mosaico na Faculdade Cantareira … O concerto “A canção e o arranjo vocal de MPB” traz músicas de Álvaro Cueva com Leonardo Costa ao violão. No mesmo concerto, o Grupo Mosaico apresenta a recriação destas canções para o universo do arranjo vocal, sob a batuta de André Protásio, Daniel Reginato, Eduardo Lakschevitz e Ricardo Barison, sob a regência de Eduardo Fernandes. Na rua Marcos Arruda, 729, no Belém. Entrada franca.
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22vendesi

Sexta, sábado e domingo – 4, 5 e 6 de novembro … VENDE(Si) … “Um grito mudo. O ar que sufoca. Uma luz indicando a entrada de um túnel sem fim. A falta de identidade fabricada em série. Pensar, cogitar, agir, abusar, sofrer, socorrer, matar, violar, corromper, amar. Aqui tudo VENDE(SI)”. Uma criação coletiva a partir da dramaturgia de Sarah Kane e Antonio Ginko. Com direção de Reginaldo Nascimento. Às 19h e 21h, no Teatro Escola Macunaíma, à rua Adolfo Gordo, 238.

 

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20kleber

Sexta, sábado e domingo – 4, 5 e 6 de novembro … Kléber Albuquerque, Selmma Carvalho e Trio Quintina … Nesta edição da ‘República Musical Federativa do Brasil’, a mineira Selmma Carvalho convida o paulista Kléber Albuquerque e os paranaenses do Trio Quintina para três shows em Belo Horizonte.

>>> Sexta, dia 4/11, às 12h, no Teatro da Assembléia, à rua Rodrigues Caldas, 30, com entrada franca.

>>> Sábado, dia 5/11, às 21h, no Soleá, à rua Sergipe, 1199, entrada a R$20 e R$10.

>>> Domingo, dia 6/11, às 18h, na Casa da Boa Música, à av. Alfredo Camarate, 279, com entrada a R$20 e R$10.

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03slamdaponta

Sexta-feira – 4 de novembro – 19h … Slam da Ponta – Novembro – Valendo vaga para a final … O slam é uma batalha de poesias autorais que acontece toda primeira sexta-feira de cada mês no Instituto Reação Arte e Cultura. Para participar, basta ter três textos autorais e se inscrever na hora. Além do título de Ponta de Lança e a vaga na final, o vencedor leva para casa livros e cds. Sarau com microfone aberto e convidados: o poeta Cleyton Mendes lança o livro ‘Contraindicação’ e a banda de rap QuaisQuer faz pocket-show. Na rua Giácomo Quirino, 76.

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04escudeiro

Sexta-feira – 4 de novembro – 19h … Rachar átomos e depois, bate-papo + lançamento em Santo André … O Núcleo de Escritores do Grande ABC recebe o escritor Ricardo Escudeiro (foto acima) para um papo sobre as estratégias criativas de seu fazer poético. A seguir, lançamento do livro “Rachar átomos e depois”. A entrada é gratuita e o exemplar custa R$38. Na Biblioteca Municipal Nair Lacerda, à praça IV Centenário, no centro de Santo André. Um poema dele:
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É NÓIS

em toda padaria
esquina
ou calçada qualquer escondido no pretexto pra uma rima
tem um pobre
diabo que amassa
na chapa
o pão e o dia

próprios

um pouco do nosso
no de cada

 

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05vila morena

Sexta-feira – 4 de novembro – 19h … Vila Morena na Toca da Capivara … A banda Vila Morena, com Regina Tieko nos vocais, traz sucessos da música brasileira e latino-americana. No repertório, Secos e Molhados, Milton Nascimento, Caetano, Gil e outros. Na Toca da Capivara, à rua Major Diogo, 865.

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Sexta e sábado – 4 e 5 de novembro … 1º Festival Padoka … Sarau da Padoka realiza seu primeiro festival. Na praça Valdemar Bassi, no Jardim Marília. Confira a programação:

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Dia 4, sexta:
19h às 20h30 – TelaBeat
20h30 às 21h – Bodega do Brasil
21h às 22h – Ferraz Niggaz

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dia 5, sábado:
16h às 18h – Banda Projeto Nacional
18h às 19h – Teatro Usina dos Atos
19h às 20h – Tobacco Road Band
20h às 22h – Crazy Ryder

 

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07acentuando

Sexta-feira – 4 de novembro – 19h … Acentuando Coletivo – Concerto – Série Trajetórias … O Acentuando Coletivo procura valorizar a música instrumental brasileira e os seus mestres, como Pixinguinha, Tom Jobim, Garoto, Armando Neves, João Pernambuco, Dilermando Reis, Radamés Gnatalli e Villa-Lobos, além de composições autorais. No ceu Vila Curuçá, à avenida Marechal Tito, 3400.

 

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Sexta-feira – 4 de novembro – 19h30 … Encontro com Liz Rabello e Gustavo Gomes … Clube da Leitura/Unisal apresenta mais um de seus encontros de literatura. Nesta edição, conversa sobre os livros de literatura infantil de Liz Rabello e os poemas do menino Gustavo Gomes. Com a participação do editor Carloz Torres, da Editora Essencial. Pocket-show da cantora Li Souza, com Luis Mea ao violão. Na Unisal, à rua Augusto Tolle, 575, na ZN.

 

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08annatrea

Sexta-feira – 4 de novembro – 20h … Lançamento ‘Clareia’ … O cd de estreia da multiartista Anna Tréa, com produção musical de Swami Jr, traz uma mistura de ritmos que ela denomina Música Experimental Pop Brasileira. No Itaú Cultural, à avenida Paulista, 149.

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09cantautorto

Sexta-feira – 4 de novembro – 20h30 … O cantautorto … Show solo do músico e performer Lucas Scandura, autor da ‘sériePARseria’, postada regularmente nas redes sociais. O local será informado aos que adquirirem ingresso (a R$15).

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10max

Sexta-feira – 4 de novembro – 20h30 … Café das Nove … Os compositores Max Gonzaga e Adolar Marin, unem seus violões, vozes e repertórios para celebrar amizade e música. No repertório, canções dos cds Marginal e Fotografias (de Max), e Atemporal e Epílogo (de Adolar). Participação especial de Aline Nascimento. No Teatro da Rotina, à rua Augusta, 912.

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11kali

Sexta-feira – 4 de novembro – 22h30 … Festa do Norte: Kali, Supercolisor, Oto Gris … Show com três das mais representativas bandas do norte e nordeste do País. No Espaço Zé Presidente, à rua Cardeal Arcoverde, 1545.

 

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12quintal

Sábado – 5 de novembro – 10h … Quintal Cultural … Quarta edição do evento multicultural que busca reunir tribos para dialogar, através da arte, sobre temas como educação, infância, maternidade, política e cultura. Comemoração do Dia do Saci & seus amigos. Veja toda a programação clicando no cartaz. Quintal Espaço do Brincar, à rua São Vicente, em Guarulhos.

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Sábado – 5 de novembro – 12h … Saturday of Wine, Roses and JAZZ … O nome do evento é de uma música inesquecível, composta por Henry Mancini, para um filme do mesmo nome, de 1962, com Jack Lemmon e Lee Remick vivendo o casal de apaixonados – por vinho. A música-título levou o Oscar na categoria, em 1963. Participe dessa original degustação de vinhos, ao som de clássicos do jazz, com a cantora Giselle Maria e a tecladista Anette Camargo. São três opções de ingressos: a R$69, R$49 e R$19. Na KMM Vinhos, à rua Medeiros de Albuquerque, 23.

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12kana

Sábado – 5 de novembro – 13h … Kana e grupo Chorando em Ré Menor … Cantora Kana Nogueira, ligada ao Clube Caiubi de Compositores, se apresenta acompanhada pelo grupo Chorando em Ré Menor, na Choperia Devassa. Ingressos a R$20 e R$10. À rua Bela Cintra, 1579.

 

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13escrita

Sábado – 5 de novembro – 14h … Oficina de Escrita Criativa … O grupo de escritores surgido do encontro “Escrita e Escritores em São Paulo” promove como despedida de ano a oficina liderada por André Pinto e Francielle Biglia. No Café Colombiano, à rua Três Rios, 363.

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13afetos

Sábado – 5 de novembro – 14h … Lançamento do livro “Afetos” … “Afetos”, livro de Fernando Rocha, além de um trabalho literário autoral, é uma tentativa de diálogo com a produção literária do nosso tempo. Aparecem em algumas epígrafes da obra, versos dos poetas Marcelo Ariel, Thiago Mattos e Lisa Alves. Uma das epígrafes do livro foi extraída do romance “Fruta”, de Daniel Lopes; a leitura deste romance também inspirou o conto “As laranjas”. O texto “Não lugar” aconteceu após uma palestra de Juliano Garcia Pessanha, sobre Franz Kafka. Uma performance realizada pelo artista Thiago Soares, inspirou o texto “Vermelho”. A fotografia da capa é do poeta e fotógrafo Ninil Gonçalves. Na avenida Marechal Tito, 3400, em São Paulo. Trecho do conto “Dentro da noite escura”:

“Ouvi uma cientista dizer que numa lâmina pode haver mais bactérias do que a quantidade de seres humanos existentes em todo mundo, estamos atrapalhando esta espécie tão evoluída, ela viu dinossauros, homens da caverna, guerras, revoluções, ignorou tudo, sabe que tudo isso é irrelevante. Nunca chorou por um cadáver, pelo contrário, se alegrou por poder concluir a refeição, sem o movimento do alimento. Tem saída porque não há individualidade, ninguém diz a bactéria, sempre as.”

 

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Sábado – 5 de novembro – 15h … Lançamento paulista do livro “Falso trajeto” … Comemorando vinte anos de carreira, o poeta Fabio Weintraub lança, pela Editora Patuá, “Falso trajeto”, antologia com cinquenta poemas. Quarenta retirados dos livros que publicou nesse intervalo de duas décadas, mais dez novos, alguns dos quais divulgados em revistas ou antologias coletivas. Na Patuscada – Livraria, bar & café, à rua Luís Murat, 40.

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Sábado – 5 de novembro – 15h … 2ª Edição “NAS Batalhas” – PDD Convida Síntese – Quintal Bar … Segunda rodada da festa produzida pelo selo Pau-de-dá-em-Doido, com final programada para janeiro. Nesta edição, Batalha de Beats, Batalha de Mcs, pocket-show com Gestério Neto Síntese e os djs residentes Deejay Nato_PK e Macgaren de Souza. No mic, Lucas LK. Entrada R$10. No Quintal SCS, à rua Maceió, 54, em São Caetano do Sul.

 

 

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15pense

Sábado – 5 de novembro – 17h … Sarau Pense Já (13° edição) … Última edição do sarau nesse ano traz:
> Pocket-show de Carlos Mahlungo
> Lançamento do livro ‘O Canto do Lobo’, de Edilson Borges
> Intervenção teatral/musical – Opereta Canta Zumbi
> 2° Slam Pense Já
> Microfone aberto
> Intervenção ‘psico-artística’: Del Chaves
> Pocket-show – Mbirofonia
> Exposição de roupas africanas – Nosso Vestuário
> Participação especial do rapper, mc, músico e apresentador Max B.O
Na Associação Cultural Opereta, à rua Dr. Emílio Ribas, 168, em Poá.

 

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16quatroshows

Sábado – 5 de novembro – 18h … 1 Noite – 4 Shows … Diversidade de sons com quatro bandas: João Marcos Bargas, Vinicius Güelfi, Victor Concha e Tão São Quanto Francisco. Na Casa Clam, à avenida Rotary, 98, em Guarulhos. Entrada R$10.

 

 

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17banana

Sábado – 5 de novembro – 18h30 … Banana Continental … O rock alternativo, a psicodelia e a estética indie se unem nessa festa. Os cearenses do Banana Scrait fazem seu set com sons indie da década de 90. O Continental Combo, banda de folk-rock psicodélico, trazem o novo rock alternativo paulistano. No Centro Cultural Butantã, à av. Corifeu de Azevedo Marques, 1882. Entrada franca.

 

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18muertos

Sábado – 5 de novembro – 19h … Dia de Los Muertos – Halloween … Festa-sarau à fantasia com direito a filme, músicas, clipes, textos e muito mais. Na Aldeia Satélite – Espaço Cultural, à rua Tenente Luiz Fernando Lobo, 118.

 

 

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poetas

Sábado – 5 de novembro – 19h … Sarau A Plenos Pulmões … Sarau com microfone aberto. O coletivo Poetas do Tietê lança sua coletânea. O ‘Poemizando’ leva suas camisetas poéticas (à venda). Na Casa das Rosas, à avenida Paulista, 37.

 

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berimbau

Sábado – 5 de novembro – 19h30 … Show Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene … Criada em 2007, a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene é formada por capoeiristas, músicos e pessoas da comunidade. Embora valorize e respeite os fundamentos da capoeira, não se restringe a ela: sua proposta é musical, tanto na interpretação dos toques tradicionais quanto na escolha do repertório, que inclui samba-de-roda, afoxé, puxada-de-rede, forró, jongo, toadas e frevo. Direção e regência de Dinho Nascimento. No Condomínio Cultural, à rua Mundo Novo, 342.

 

 

 

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19guess

Sábado – 5 de novembro – 19h30 … Guess Rock na Carauari … Banda Guess traz rock and roll da pesada, com muito pop, rock nacional, rockabilly e classic rock. No Carauari Bar e Mercearia, à praça Carauari, 8, na Vila Maria.

 

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Sábado, Domingo e Segunda-feira – 5, 6 e 7 de novembro … Compagnie Käfig – Pixel – São Paulo … Em Pixel, os 11 bailarinos da companhia evoluem num ambiente de sonho na fronteira entre o virtual e a realidade. Um trabalho sobre a ilusão, conjugando energia e poesia, ficção e proeza técnica, hip hop e circo. Sábado às 20h, domingo às 18h e segunda-feira às 21h. No Teatro Alfa, à r. Bento Branco de Andrade Filho, 722.
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Sábado – 5 de novembro – 20h … Ciranda para Todos e Danilo Nunes, 20 anos de Arte … Show celebra carreira do músico santista Danilo Nunes, que idealizou e produziu o Quintas Autorais (mostra de compositores da região) e o MAIS (Música Autoral e Independente de Santos). O Ciranda para Todos é um coletivo recém-criado por artistas e ativistas, que tem como objetivo fortalecer a rede de movimentos relacionados à educação e cultura para toda a população. Na Associação Cultural José Martí, rua Joaquim Távora, 217, em Santos. Entrada R$10 (parte da bilheteria será destinada às vítimas do furacão Matthew).

 

 

 

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Sábado – 5 de novembro – 21h … Nô Stopa no Casarão da Mariquinha … Cantora apresenta seu novo cd, Manifesto Poesia, e relembra canções de seus dois discos anteriores. Com Nô Stopa (voz, violão e bandolim), Wilson Teixeira (voz, violão e viola) e Zeca Loureiro (voz, violão e bandolim). Entrada R$15. No Casarão da Mariquinha, à rua Alfredo Cardoso, 02, em Mogi das Cruzes.

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Sábado – 5 de novembro – 21h … Banda A Casa Caiu – no Eklétikus bar … Banda formada por Vanderlei Zão, Márcio Nakazato, Rogério Bressar e Fernandes toca clássicos do rock: David Bowie, Ozzy Osbourne e outros. Couvert R$3. Na avenida Imirim, 1143, na ZN.
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Sábado – 5 de novembro – 22h … The Betos – projeto cultural O Som do Bando … Projeto junta Beto Mineiro e Beto Vieira com Ricardo Martins na percussão. E mais alguns convidados-surpresa. No Casa Grande Bar, à rua Felipe Lucas, 19, no Parque São Lucas. Entrada franca.

 

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meninas

Domingo – 6 de novembro – 14h … Encontro do Samba das Meninas – Novembro … O Samba das Meninas é um coletivo que reúne mulheres para troca de informação e aprendizagem do samba. “É sabido que em rodas de samba convencionais, pessoas em fase inicial de aprendizagem não têm espaço para tocar e praticar, além de muitas vezes a roda se mostrar fechada para mulheres, devido à cultura machista”. As reuniões acontecem todo primeiro domingo do mês, na praça Elis Regina.

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ai-5

Sábados e domingos – até 20 de novembro … AI-5: O Espetáculo … Marechal e ministros se reunem num Conselho de Segurança Nacional para instaurar, em momento de crise nacional, um Ato Institucional autoritário e anti-democrático. Direção Paulo Maeda. Aos sábados, 21h. Aos domingos, 19h. No Habitat Cultural, à rua Capitão Rabelo, 279, Jardim São Paulo. Ingressos a R$30 e R$15.

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Domingo – 6 de novembro – 18h … Márcio traz seu estudo para a Mora Mundo … Marcio Policastro apresenta “Pequeno Estudo sobre o Karma”, seu primeiro cd. Rótulos como música “urbana” ou “regional”, “reflexiva” ou “dançante”, se fundem e confundem na paisagem sonora do compositor. Couvert artístico R$20. No Mora Mundo, à rua Barra Funda, 391.

 

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Domingo – 6 de novembro – das 10 às 22h … Fórum de Atividades 2016 … A AEC 100zala convida para o fórum, que acontece em todos os domingos de novembro, tendo o negro como temática. Às 10h, a Cia Naturalis apresenta “Há mulheres” (espetáculo seguido de roda de conversa); às 16h30 – A história da Mancala (jogo de tabuleiro) com o prof. Alexandre Gilsogamo; e mais a contação de história, com a profa. Lindinalva Araujo. Na rua Maria Branca, 471.

 

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Segunda-feira – 7 de novembro – 18h … Palestra “Literaturas Africanas e Oralidade” … A profa. dra. Tania Celestino de Macedo (FFLCH) ministrará a palestra. No panorama das literaturas do continente africano, a oralidade representa um fator comum às produções anti-coloniais e contemporâneas. Os participantes receberão certificados (AACC). Na FFLCH – USP, à rua do Lago, 717, no prédio da Letras, sala 102.

 

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Sábado – 19 de novembro – 20h … SHOW DA MARIA …  Grupo Roda Viva faz show com as inesquecíveis músicas dos festivais. Nos próximos posts, mais detalhes. Aguarde!

cartaz

 

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BOM FINDI A TODOS E
ATÉ A SEMANA QUE VEM!

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