Não sei se é por causa do feriado, mas esse post tá pra lá de agitado. É só ler e correr pro abraço: tem o livraço da Lúcia Santos, tem o discaço da Aíla e o novo site do baita poeta Ademir Assunção. Tem o filme do Buzo no festival In-Edit, tem um grupo de ‘chorinho de bar’ fazendo niver. Tem Nina, Daniela Alcarpe, Zé de Riba e mais artistas legais na agendinha. Tem até um seminário de críticos musicais conversando sobre nós e eles, elos & nós culturais, discutindo a relação. Sem drama, mas com paixão. Senão, melhor não.

(O novo lay-out do site apresenta defeito no uso de alguns grifos. Mas se você clicar sobre as palavras em azul e itálico um link deve se abrir.)

 

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NU FRONTAL,

DE LÚCIA SANTOS

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Na quinta-feira passada, a editora Reformatório lançou o ‘Nu Frontal com Tarja‘, livro de frases, poemas, crônicas e microcontos da talentosa escritora e compositora Lúcia Santos. Como trabalho à noite e não poderia ir, encarreguei minha representante para assuntos literários, Marici Silva (brincadeira, Mari), de comprar meu exemplar (que já li) devidamente autografado. O encontro que reuniu leitores, artistas, parceiros e amigos aconteceu no bar do Julinho, em Pinheiros. Estavam presentes, entre outros: Adolar Marin, Solange Rocco, Kleber Albuquerque, Vivi Correa, Vanessa Bumagny, Gabriel de Almeida Prado, Léo Nogueira, Zeca Baleiro, Vlado Lima, Sander Mecca, André Bedurê, Andréa Catrópa, Marcelo Nocelli, Oswhaldo Rosa, Susie Mathias, Osvaldo Borgez e muita gente legal. Abaixo, algumas fotos (que roubei da página da Lúcia) e uns links, textos, frases e poemas. Curte aí.

 

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Não sei dizer exatamente quando a conheci. Acho que foi através do poeta Vlado Lima, numa edição do Sopa de Letrinhas. Lembro dela declamando bem, conquistando a atenção da plateia com a entonação firme dos que têm algo a dizer. Ou talvez a tenha conhecido quando dei de procurar tudo o que havia do Kleber Albuquerque na net e achei a bela canção ‘All Star’, parceria deles que sempre escuto (clipe abaixo). Ou vai ver que foi no facebook mesmo, pelos muitos compartilhamentos de seus poemas curtos e densos (concisos, melhor dizendo). Só sei que quando ela foi ao Sarau da Maria, eu já a conhecia e admirava em tudo: métrica, música, rimas e aliterações com conteúdo. Descobri depois que essa Lúcia poeta era letrista de vários artistas que eu gostava. Inclusive o grande Zeca Baleiro (de quem já falei AQUI), que eu nem sabia que era seu irmão. Família danada de boa essa que nos deu o Maranhão (e vice-versos). Mas Lúcia é na dela, é mais ela, independente, ímpar. Se equilibra na afiada linha da poesia ousada e malabarista: sua escrita é consciente e, por vezes, quase depressiva, mas salta contente. É crítica e feminista, sem deixar de ser romântica. Sempre. Ela não teme as drogas variegadas que a vida dá: toma, viaja e volta louca pra nos contar. Não foge da dor de amar e carrega o peso do pensar, sem deixar de sorrir. Lúcia lúcida-lúdica, trinca-brinca e nos ajuda a refletir. Quando está tudo bem, ela desconfia, não se fia em felicidade à-toa. Prestes a sucumbir, abre os braços e voa. Resiste e questiona. ‘O amor é uma gangorra e eu não consigo me equilibrar nessa porra’. Lúcia é cética, mas não quer perder a esperança de um dia poder ficar só de boa. Ou: só, de boa. Não sei se me fiz entender. Não sou bom de explicar e ela é tão boa de ler. Leia Lúcia, literatura astuta que dá prazer.

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VISCERAL

te devo um nu

frontal

com tarja:

proibido para menores

 

já as maiores dores

cortadas do meu umbigo

exibo

amoral

 

tome meus versos

minhas vísceras

devore-os

 

com toda a libido

 

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ALL STAR

estar sozinho é meu exercício diário
de bordo
aeroporto rodoviária banco de praça
livro de bolso quarto de hotel
tevê a cabo
restaurante a quilo
chocolate a granel
pastel com coca e ressaca
café expresso com letras
e tarja preta

sigo na captura
sem estação sigo
repetindo mantras
pela noite escura

eu sou
malas prontas pra viagem
eu vou
minha bagagem tanta
não serve de lição
nem cabe
numa única ilusão
básica

sigo single soul

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‘Difícil dizer de que é feita a poesia. Qualquer coisa pode ser impactante para o olhar atento do poeta: uma pedra, para Drumond ou João Cabral, uma lesma para Manoel de Barros, um gato para Ferreira Gullar, uma pescaria para Adélia Prado… Coisas simples, corriqueiras, podem conter muita poesia. Precisa observação, inquietação, ou qualquer sentimento que nos mova, seja ele bom ou ruim. Não acredito numa atmosfera propícia para que surja um bom poema. Ele pode surgir do caos, do descompasso, até mesmo da falta do que dizer. A lapidação do poema, sim, carece de bom tempo’. (Lúcia Santos)

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NENHUMA CANTIGA

nenhuma canção de ninar

acordei com a boca cheia de

 

palavras formigas

e a orfandade de um menino de rua

 

numa tarde fria

e tanto faz se é domingo

 

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INÉDITO

esqueça

os seus amores pretéritos

relembre

as nossas noites homéricas

receba

o meu amor quilométrico

os meus desejos exóticos

minha visão esotérica

e ainda

todos os créditos

dos meus poemas inéditos

entrego a você

pague pra ver

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A poeta e atriz maranhense Lúcia Santos é autora dos livros ‘Quase azul quanto blue’, ‘Batom Vermelho’ e ‘Uma gueixa pra Bashô’. Ela cursou teatro e ao lado de atores, músicos e poetas, roteirizou e apresentou vários recitais performáticos, como: Batom Vermelho, Cordel Technicolor, Eros&Escrachos, Dentro da Palavra, Cochichos de Bruxas, Ménage à Trois, Papas na Língua, Nu Frontal com Tarja e Companhia Ausente. Como letrista, tem parcerias com Dudu Caribé, Kléber Albuquerque, Cássio Gava, Kana do Brasil, Nosly, Rubens Kurin e Zeca Baleiro, entre outros. Participou das coletâneas, como Mulheres Emergentes (BH), Circuito de Poesia Maranhense, Afluências (RS) e Ekos (RS). Lúcia tem inéditos crônicas e histórias infantis, além de dois outros livros de poemas. Também participa do Clube Caiubi de Compositores.

 

 

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XOROXANGÔ, 4 ANOS

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O grupo XoroXangô comemorou 4 anos na terça-feira passada com uma noitada legal no bar Xangô, no centro de Sampa. Tradicionalmente, eles fazem sua roda de chorinho toda quinta-feira, alternando em dois bares: uma quinta é no Xangô (que, na madrugada, se estende até a Gruta), outra quinta é na Gruta mesmo. Ninguém paga nada, mas quem quiser pode contribuir e colocar uns trocados no chapéu dos músicos. Parabéns ao pessoal por trazer alegria e boa música pra gente. Ouçam:

O bar Xangô fica na General Jardim, esquina com Bento Freitas. A Gruta fica na rua Major Quedinho, 112, ao lado da lanchonete Estadão (aquela do delicioso sanduíche de pernil).

 

 

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SEMINÁRIO SOBRE
CRÍTICA MUSICAL

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Aê, cantores, músicos e bandas que mandam seus cds e releases para as redações dos jornalões. O jornal O Estado de S. Paulo e o Itaú Cultural promovem neste fim de semana o seminário ‘Crítica e Autocrítica – Os Novos Dilemas da Crítica Musical’, na Sala Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149). Jornalistas da área musical vão debater os caminhos que a crítica percorre na imprensa e na internet. O evento, uma comemoração dos 30 anos do Caderno 2 (suplemento cultural do jornal), tem entrada gratuita.
Na sexta-feira, dia 9, às 18h (os ingressos devem ser retirados às 17h), se reúnem na primeira mesa Pedro Antunes (Estadão), Ivan Finotti (Folha de S. Paulo) e Bernardo Araújo (O Globo), profissionais que fazem crítica regularmente nos três maiores jornais do País. A conversa será mediada por Julio Maria, crítico do Estadão.
Em seguida, na mesma noite, Renato Vieira (Estadão) bate um papo com Ricardo Alexandre e Mauro Ferreira, do portal G1, sobre o tema ‘Quem merece a crítica?’.
No sábado, dia 10, João Paulo Carvalho, do Estadão, media o debate entre Claudia Assef (site Music non Stop) e Sérgio Martins (Veja), para discutir a reinvenção da crítica na web.
Logo após, Carlos Calado (Folha) e Julio Maria conversam sobre a cobertura de música no papel e nos blogs.

 

 

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SITE DO POETA ADEMIR ASSUNÇÃO:
www.zonabranca.com.br

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ademir

Quarta-feira – 7 de setembro … Lançamento – site do poeta Ademir Assunção … O site Zona Branca é uma exposição permanente (e mutante) do poeta, jornalista e letrista Ademir Assunção. Criado pela dupla Arthur Konrath (programação) e Guilherme Pereira (design), traz mais de 80 poemas (uma amostra de todos os seus livros), trechos do anti-romance Adorável Criatura Frankenstein, duas narrativas curtas de A Máquina Peluda, uma entrevista com Paulo Leminski (do livro Faróis no Caos), todas as faixas dos seus dois cds para ouvir (Rebelião na Zona Fantasma e Viralatas de Córdoba), resenhas críticas sobre seus livros, vídeos de suas parcerias com outros compositores (como Edvaldo Santana, Itamar Assumpção, Jordana de Souza, etc), fotos de vários períodos da sua trajetória artística, e entrevistas concedidas a jornalistas de diversos veículos, com as ideias e referências que motivam seu trabalho com a linguagem. Clica AQUI que você já sai lá. Boa viagem!

 

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ademircara

Ademir Assunção, poeta e jornalista, autor de LSD Nô e Cinemitologias, já publicou livros de poesia, ficção e jornalismo, como A Máquina Peluda (1997), Zona Branca (2001), Adorável Criatura Frankenstein (2003), Faróis no Caos (2012) e A Voz do Ventríloquo (2012) – Prêmio Jabuti de poesia. Lançou recentemente (e conjuntamente) os livros (complementares) Pig Brother e ‘Até nenhum lugar‘, pela Patuá. Deles, extraio os poemas abaixo:
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pés miúdos, neblina
cálida lágrima, as crianças
dobram a esquina
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tanto caminhar
tantas luas tantos sóis
até nenhum lugar
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tão longe, tão perto
onde fica minha casa?
minha asa ferida
os meus pulsos abertos.
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AS RUAS ESTÃO ESTRANHAS ESTA NOITE

Pétalas destroçadas tingem a noite de vermelho.
Mister Morfina se arrasta pelas ruas,
os bolsos cheios de câmaras de ar furadas,
tranqueiras e cacos de vidro.
Peixes coloridos saltam sob a luz dos semáforos.
Uma Rosa cospe um blues na poça das sarjetas.
Um Opala caindo aos pedaços
bate de frente
no Monumento aos Desesperados Anônimos.

O vidro do aquário se estilhaça.
Os peixes fogem montados em motocicletas envenenadas.
Orelhões suicidas gritam palavras obscenas
para velhinhas traficantes.
Mister Morfina acende um cigarro
e observa a palidez de 50 top models
que desfilam descalças
na passarela cheia de cacos de vidro.

Deus está solto.
E dizem que Ele está armado.

 

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AÍLA: EM CADA VERSO

UM CONTRA-ATAQUE

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A cantora paraense Aíla (Aíla Magalhães) lançou um cd muito interessante chamado ‘Em cada verso um contra-ataque’ (AQUI o álbum completo ). Nele, há um posicionamento firme de combate ao racismo (Melanina) e ao assédio (#NãoVouCalar) e a celebração da liberdade de amar (Lesbigay), além do apoio ao recente movimento dos estudantes secundaristas, na faixa-bônus ‘Escola de Luta’ (ouça AQUI ). A produção é de Lucas Santtana e as composições são de Chico César, Siba, Posada, Paulo Monarco e Bruno Batista, além de parcerias de Aíla com Dona Onette, Roberta Carvalho e outros. As levadas misturam rock e eletrônico com carimbó, reggae e brega. Suas letras politizadas fazem tremer a caretice desses temerosos tempos atuais. Inquieta e libertária, a voz antenada de Aíla chega em boa hora. Aíla está morando em São Paulo e fez show no Teatro Oficina na terça-feira passada. Esse já foi, mas o próximo eu vou noticiar, aguarde! Minhas preferidas do cd são Tijolo e Será. Contra-ataque fulminante. Pow!

 

 

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SARAU SUBURBANO

NO FESTIVAL IN-EDIT

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Quarta-feira – 7 de setembro – 20h30 … ‘CONVICTO’ no In-Edit Brasil … O In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical – é um evento cinematográfico que tem como objetivo fomentar a produção e a difusão de filmes documentários que tenham a música como elemento integrador. ‘Convicto’ é um longa-metragem sobre o Sarau Suburbano, um encontro semanal de poetas e músicos no centro de São Paulo, criado e conduzido por Alessandro Buzo, com forte presença de artistas da periferia. O filme mescla propostas de linguagem e resistência cultural, e oferece um retrato da vanguarda artística que surge à margem da grande mídia.
Através da poesia e do rap, a periferia dá um recado de luta e se posiciona sobre temas como a repressão policial, a educação pública ou o resgate de direitos das mulheres e da população negra.
Tudo isso ao som de contrabaixo e bateria da banda Listras Negras, em meio aos livros que cobrem as prateleiras da livraria Suburbano Convicto, a única no Brasil especializada em literatura marginal.

Entrada franca, na Matilha Cultural. Veja o trailer do filme:

 

Direção e Roteiro: Sergio Gag
Produção: Wellington Darwin
Fotografia: Toni Nogueira
Produção: DGT Filmes
Co-produção: 3dB Soluções em Audio
Produção Associada: Suburbano Convicto Produções

A Suburbano Convicto Produções promove eventos (Favela Toma Conta, Sarau Suburbano, Suburbano em Debate) e administra a carreira do escritor, apresentador de Tv e cineasta Alessandro Buzo. Também mantém a Livraria Suburbano Convicto, no Bixiga.

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Alessandro Buzo é um escritor, ativista social, colunista, repórter e cineasta brasileiro. Iniciou como escritor em 2000, com ‘O Trem – Baseado em Fatos Reais’, que originou a música ‘O Trem’ do grupo RZO. Lançou mais quatro livros: ‘Suburbano Convicto – O cotidiano do Itaim Paulista’, ‘Guerreira’, ‘Toda Brisa Tem Seu Dia de Ventania’ e ‘Favela Toma Conta’. Dirigiu o filme ‘Profissão MC’, foi colunista do jornal Boletim do Kaos, organizou a coletânea literária ‘Pelas Periferias do Brasil’ e faz parte do programa ‘Manos e Minas’, da TV Cultura. Colaborou com o jornal SPTV 1ª Edição, da Rede Globo, onde apresentou o quadro ‘SP Cultura’, sobre a cultura da periferia paulistana.

O Sarau Suburbano Convicto existe desde 2010 e acontece às terças-feiras na Livraria Suburbano Convicto, especializada em literatura marginal e periférica. Com apresentação do Alessandro Buzo, toda edição realiza lançamentos de livros e cd’s, com microfone aberto para recital de poesias e intervenções artísticas. Na Livraria Suburbano Convicto, à rua 13 de Maio,70 – 2º andar, no Bexiga, das 19h30 às 22h. Entrada franca.

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inedit

O IN-EDIT~BRASIL, 8º Festival Internacional do Documentário Musical, selecionou os documentários musicais mais expressivos da atualidade e oferece ao público a oportunidade de participar de diferentes atividades relacionadas a eles. Além dos 57 filmes selecionados, shows, debates, encontros com diretores, feiras e projeções ao ar livre completam uma programação de 12 dias, de 7 a 18 de setembro, em 11 espaços espalhados pela cidade. Nesta edição, o festival recebe o diretor inglês Tony Palmer, que durante toda sua carreira registrou diferentes manifestações musicais. Da explosão do rock nos anos 1960 aos palcos das óperas mais importantes do mundo, Mr. Palmer não só captou imagens em seu momento exato como também mostrou as circunstâncias dos acontecimentos como poucos.

Veja a programação completa e saiba mais sobre o Festival In-Edit no site oficial.

 

 

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AGENDINHA

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Passei a publicar o ‘Agendão dos Saraus para o Fim de Semana’ num post separado, todas as sextas-feiras. Abaixo, seguem algumas sugestões para esta quarta, quinta e sexta-feiras. Acompanhe também as muitas opções contidas nesse link da Agenda da Periferia. Informe-se, atue e divirta-se!

 

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sarauzinho

Quarta-feira – 7 de setembro – 14h … Sarauzinho Utopias … Espaço de acolhimento para mulheres e crianças, próximo ao centro. Aberto a histórias, canções e poemas que despertem a criança interior em todo adulto. Participação com inscrição prévia pelo in box do facebook. Nessa edição: Elza Keiko e os bichinhos de origami, Tania Ricci e as ilustrações de livros infantos e papa Guimarães e suas experiências sonoras, além das histórias de Cleusa Santo e das canções de Renato Pessoa, Regina Tieko e Fábio Abramo. Participação especial de Tamara Stoy e Eunice Souza.

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bike

Quarta-feira – 7 de setembro – 14h … Lançamento – ‘A tentação da Bicicleta’, Expo Bike Arte + Shows … Abrindo o mês da mobilidade, exposição com as obras do Bike Arte e o lançamento do livro ‘A tentação da Bicicleta’, que teve tradução de Gabriel Perissé e ilustrações do Estúdio Rebimboca, com projeto gráfico do Bloco Gráfico. Shows do rapper Acauã Capucho (às 19h) e Guilherme Valério (às 20h). No ideario S.A., em frente ao metrô Sumaré, em Pinheiros.

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alcarpe

Quarta-feira – 7 de setembro – 20h30 … Tanger Sessions – Daniella Alcarpe … Neste show, a cantora paulistana apresenta músicas de seus dois álbuns com arranjos para piano (André Repizo) e percussão (Marcos Marques), além de canções inéditas de compositores brasileiros que conheceu pelos festivais por todo o Brasil. Entrada R$20 ou R$15 (nome na lista). No Restaurante Tanger, na Vila Madalena.

 

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xaxado

Quarta-feira – 7 de setembro – 14h … Forró do Convés 07/09 Xaxado Novo (SP) … A excelente banda Xaxado Novo, diretamente de SP, se apresenta pela primeira vez em Niterói, no Forró do Convés.
Músicos: Felipe Gomide, Davi Freitas, Bruno Duarte e Marcus Simon. Participação especial de Mauricio Paraxaxar. Na rua Cel Tamarindo 137, Gragoatá, Niterói – RJ.

 

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lisousa

Quinta-feira – 8 de setembro – 21h … Li Sousa no Julinho Clube … Samba, forró e mpb no repertório da cantora (foto). Ao violão, Luis Mea. Entrada R$15, No Julinho Clube, em Pinheiros.

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guizacura

Quinta-feira – 8 de setembro – 22h … Gui Zacura em ‘Onde Andará?’ … Gui Zacura é influenciado pela tropicália e pelo rock dos anos 60 e 70, rebelde e transgressor. A apresentação inaugura parceria com o músico Vitor Barros, o Vitão, que traz novas sonoridades (gaita, bandolin, violão, backing vocals) ao projeto, além de participação ativa na produção musical. No Complexo, em Mogi das Cruzes.

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carauari

Sexta-feira – 9 de setembro – 19h … Serginho – Acústico … Músico toca clássicos do reggae, rock e mpb, em formato acústico. Entrada franca. No Carauari Bar e Mercearia, na Vila Maria.

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nina

Sexta-feira – 9 de setembro – 20h … Nina Oliveira e Gabriel Duarte / Mel Farago … Os cantores e compositores Nina e Gabriel trazem o show ‘Céu Zói’. Abrindo a noite, a cantora e atriz Mel Farago faz show acústico. Entrada R$10, na biblioteca Monteiro Lobato, em Guarulhos.

 

 

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zederiba

Sexta-feira – 9 de setembro – 21h … Zé de Riba … O grande cantor e compositor se apresenta acompanhado do músico Memeu Cabral. Com quase 3 décadas de estrada, Zé de Riba tem canções gravadas por Simone, Zeca Baleiro e pela banda holandesa Electro Coco. Seu primeiro cd, Reprocesso, contou com a participação da banda Nação Zumbi, de André Abujamra e de Bocato. Entrada R$10, Sailors Pub, em Mogi das Cruzes.

 

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adolar

Sexta-feira – 9 de setembro – 21h … Café das 9 … Os excelentes músicos, cantores e compositores Max Gonzaga & Adolar Marin, ligados ao conceituado Clube Caiubi de Compositores, fazem show com participação da cantora Patrícia Nabeiro. No repertório, além de canções dos CDs Marginal (2005) e Fotografias (2012), de Max, e Atemporal (2006) e Epílogo (2013), de Adolar, eles mostrarão inéditas em duos e solos. No Gambalaia, em Santo André. Entrada R$20.

 

 

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mangara

Sexta-feira – 9 de setembro – 22h … Mangará no Al Janiah … Mangará vem do tupi: é um grande coração que tudo abarca e, nesse barco, vai levando um punhado de cada canto da nossa canção. O trio formado por Marina Tavares (voz), Leo Costa (violão) e João Vaz (percuteria) toca samba, boi, frevo, carimbó, samba de roda, coco, ijexá, lándo. No repertório, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Ruy Maurity, Itamar Assumpção, Kiko Dinucci, Tite Curet Alonso e Masilva, além de composições autorais. Entrada R$10, no Al Janiah, à rua Álvaro de Carvalho, 190, no centro.

 

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EU, SERGINHO SAGITTA
E O SONS DO BRASIL

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Aproveito pra dizer que, no dia 12/9, estarei gravando o programa Sons do Brasil, da rádio USP FM, a convite do radialista e produtor musical Serginho Sagitta (de quem já escrevi AQUI). Falarei sobre a produção musical independente, o nefasto jabá e a arte que sobrevive à margem da indústria cultural. Quando for ao ar, eu posto o link aqui. Os programas apresentados pelo Serginho defendem a diversidade musical e abrem espaço aos artistas alternativos. Ele é um dos poucos herois da nossa mídia que denunciam o esquema corrupto do jabá e a cultura do entretenimento emburrecedor. Abaixo, um dos seus programas, com a participação do cantor e compositor Sonekka, do videomaker Jefferson Santos, da banda 5prastantas, da cantora Renata Pizi e do Wilson Teixeira.

 

 

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BOM FERIADO A TODOS.

E ATÉ SEXTA COM O

AGENDÃO PARA O FINDI.

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