Neste SÁBADO, dia 29 de junho, às 20h, o cantor e compositor Arnaldo Afonso estará tocando seus rocks & pops na abertura do “Sarau Poesia de Porão“. Sim, esse Arnaldo sou eu mesmo! No show, participação dos meus queridos amigos Helen Torres & Sidney Kitagawa (da banda Chero da Poesia). Vai ser no ‘arraiá’ do Rock and Blues Bar/Adega, à av. Marari, 466, em Cidade Ademar. Claro que os cantores líricos (a dupla Arnaldo & Helen) vão choramingar na interpretação da Ópera. E o prêmio Nobel Bob Dylan deve aparecer por lá também… Ouça a versão de ‘It Ain’t me, Babe‘, que eu e Zé Terra (do trio Freud à Deriva) fizemos:

Vou apresentar o repertório autoral que tenho tocado pelos saraus, como ‘A flor insensível‘, ‘Barbárie Moderna‘, ‘O Mundo é Torto‘ e “A Música e Eu” (no vídeo, acima, com a letra, abaixo). Agradeço ao convite do Vander Bourbon, e faço questão de registrar a imensa felicidade que senti ao me ver ao lado do grande Luiz Gonzaga num mesmo cartaz (o desenho tá lindo, Vander, parabéns!). É muita honra & alegria & sonho & satisfação. Este meu velho coração ainda bate um tum-tum agitado no salão ao som do baião e do fole do grande Gonzagão. É a magia da música, bebê. Venha ver. Veeeenhaaaaa!

“A MÚSICA E EU”
(Arnaldo Afonso)

Sinto que esse é o grande momento
A música adivinha o meu pensamento
A música divina, nua de instrumento
A música vestida só de sentimento

A música vazia de dor, sofrimento
A música longínqua vinda lá de dentro
A música promíscua, língua aos quatro ventos
A música mutante tranformando o tempo

A música sustenta a alma de alimento
A música acrobata, voz do movimento
A música arquiteta do contentamento
A música inédita, filha que eu invento

Filha que eu invento:
A música e eu, eu e a minha música…
A música e eu, eu e a musa: a música…

Sinto que esse é o grande momento
A música incorpora o que eu tô querendo
A música elabora o que eu nem conheço
A música aprimora o que eu sei ou penso saber

A música mistura de memória e sonho
A música me canta enquanto eu a componho
Músicas de antes, músicas de agora
E a música futura: minha própria história

A música sem pauta, linha ou quiromante
A música nas asas do astro viajante
Um parto, um espetáculo, um renascimento
A música mãe preta e eu o seu rebento

E eu o seu rebento:
A música e eu, eu e a minha música…
A música e eu, eu e a musa: a música…

A música… a música… a música…
A música minha lida
e meu divertimento.

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SÁBADO – 29 de junho – 20h … Augusto Teixeira interpreta canções do cd ‘Estação Felicidade’ e inéditas. Na Casa Clara, à rua Alves Guimarães, 838, em Pinheiros. Entrada R$15. Sobre o imenso talento e o estilo único de Augusto Teixeira escrevi o seguinte texto (citando, ao final, um verso de uma parceria dele com Léo Nogueira):

Augusto Teixeira é um mpbista. Captou, né? Quem aí se lembra daquele tipo de música brasileira com letra bem feita e melodia original? Ele é um digníssimo representante do que há de melhor na nova geração desse estilo em extinção (ou melhor, em desuso radiofônico, digamos assim). Suas harmonias são tramadas fio a fio. Seus acordes aracnídeos exigem dedos bailarinos. Seu cantar é delicado, porém grave. Seu silêncio reverbera, seu som tem conteúdo. A palavra vai sendo expirada sem pressão, ora à frente, ora atrasada, numa pulsação muito pessoal, de quem sabe criar tempos próprios a mando da emoção. Os ritmos seduzem, induzem meias-luzes, semitons. O clima poético vai se instaurando lento, gosmento, grudando na alma, tatuando cada canção. O mundo de Augusto é denso e lírico. Sua aparente candura fabrica um veneno licoroso, que bebemos absortos. Súbito nos vemos prisioneiros em seu labirinto estético. E quando seu som pesa e o céu ameaça desabar um chumbo cinzento, ele nos inventa melódicos campos verdes por onde corrermos. É um libertador de sentimentos, esse Augusto. Nos dá a prazerosa sensação de que o mais sofisticado é simples. De que é bom sentir que ainda há ar pra respirar. E pirar: Augusto Teixeira tem, implícita, uma espécie de eletricidade acolchoada. Nos inquieta, mas é zen. Nos conforta e depois tira a paz. O cara toca como quem ‘joga capoeira à beira de abismos ancestrais’.

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SÁBADO – 29 de junho – 20h … ‘Depois dos 70, Itamar’ … Grupo Macaco Fantasma celebra obra do grande Itamar Assumpção, que “transitava entre o experimental e o popular, entre a poesia e a performance, entre a música e o teatral, sendo um artista livre, ousado e contemporâneo”. Portanto, digo eu, abaixo a mesmice e a caretice, viva Itamar Assumpção! Sobre o Pretobras, escrevi:

‘Eu fico louco faço cara de mau…’ Itamar é um meteoro, um fogo vivo. O que estaria compondo hoje? Sua música ainda paira acima dos modismos, a anos-blues dos supérfluos. Há uns dois anos, assisti a um show da banda Amanticidas tocando Itamar (com as musas Suzana e Vange nos vocais). Constatei abismado o quanto ele AINDA NÃO É atual. Itamar continua à frente. Bendito maldito nego Dito cascavé. A onipresença de Itamar na interpretação raivosa & amorosa delas, no som nos óculos na postura no palco nos gestos teatrais. Tudo se choca e junta e ainda cutuca a ferida da mesmice que nos acomete. Itamar é um meteoro que não cai. Um fogo flutuante que não se apaga. Quanto tempo a gente demora a gente perde a gente ignora até compreender o gênio de um artista verdadeiro de um espírito indomável seguidor de seus desejos. Um agregador de anseios. Um para-raio da geração. Um filtro artístico. Sempre em movimento, eterna ameaça à nossa acomodação. Itamar é mesmo ‘outra coisa’. E não é porque morreu, não. É porque foi conceitual nos mínimos passos, nos muitos pulos pelo palco. Aparentemente ‘largado’, era ‘filosofia no talo’. Fazia um pop de morte de Marte de arte. Itamar transcende. Seu tempo é dos inquietos vivos e instigantes. De atitudes urgentes pensantes calientes. Portanto, não é esse. Seu tempo ainda não veio, nego véio. Itamar é o meteoro que não cai. O fogo suspenso sobre a mentalidade mediana, sobre a treva de nossa idade mídia. Itamar é uma estrela linda que me faz chorar na penumbra de um teatro quase vazio que não era o Lira. O porão lotado do Lira é uma utopia que flutua. E, merecidamente, o cultua.

O grupo Macaco Fantasma é composto por Chris Cruz (voz e performance), Daniel Oliveira (bateria), Flávio Hernandes (composições, poemas, guitarra e baixo) e Fernando Hernandes (baixo). Show tem participação de vários artistas: Bruno Rocha, Giuliano Del Sole, Anderson Zimmer, Vinícius Ferreira Rodrigues, Dharma Samu, Douglas Froemming, Vitor Hernandes. Na Funarte SP, à Alameda Nothmann, 1058. Entrada R$15

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SÁBADO – 29 de junho – 21h … Duas Casas Toca Raul. Duo composto por Bezão (Folk na Kombi) e Nô Stopa (Teatro Mágico) interpreta clássicos do Maluco Beleza. No Teatro Bruta Flor, à rua Augusta, 912. Após assistir a um show deles, escrevi:

A dupla Duas Casas apresentou as canções de seu cd homônimo. Foi emocionante acompanhar a sutileza e a sintonia das vozes, dos violões e dos olhares e sorrisos dos dois artistas. A música acolhedora e docemente sussurrada parece ser uma extensão da relação afetiva de Nô & Bezão. Ou o amor entre eles talvez seja uma eterna canção em que novos acordes vão sendo descobertos e acrescentados na convivência do dia a dia. E quando a arte e o amor se misturam assim, meus amigos, o pensamento já nem se importa mais em querer saber de onde vem exatamente aquela sensação que nos faz tão bem. Apenas sorrimos, curtimos, gozamos. Nos deixamos levar pelas ondulações melódicas e agradecemos por estarmos vivos e felizes. Foi assim o show da dupla Duas Casas. Senti os pelos do braço arrepiarem, senti os olhos marejarem. Senti meu coração bater feliz ao compasso de cada canção. O carisma da dupla é daqueles que faz com que a gente, após o show acabar, não vá embora sem dar um baita abraço neles. Foi lindo, mesmo.

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COMENTÁRIOS SOBRE ARTE
E  FUNÇÃO DO ARTISTA

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ARTISTAS CONTRA O FASCISMO >>> Nessa semana li, estupefato, que um ressentido diretor de teatro, ‘premiado com um cargo’ no atual (des)governo, pretende recrutar ‘artistas conservadores’ para criar uma ‘máquina de guerra cultural’. Como assim, man? O nome disso, salvo melhor definição, é fascismo. No fundo, eles não se conformam com o fato de que não existem artistas de direita (há os que vendem a alma e a consciência, mas esses já não são mais artistas). Eles estão sempre falando em ‘desideologizar’, ‘contingenciar’, ‘reavaliar prioridades’. Que a prioridade deles é outra, não tenho dúvidas. O nome disso, salvo definição mais ‘muderna’, é luta de classes. Dinheiro para projetos de inclusão? Não. Para programas culturais na periferia? Não. Para rodas de discussão e questionamentos? Não. Para educar e formar crianças e adolescentes pensantes? Não. Durante esse processo de direitização (desde Doria e Bolsonaro), ouvi depoimentos emocionados de artistas cujos ótimos projetos estão congelados ou foram cortados. Artistas que sonham em mudar o mundo. Artistas que lutam por inclusão e pela diversidade. Sofrerão boicotes e passarão por privações. Mas são artistas de verdade. De algum modo, vão seguir. E nunca estarão sós. Estou com eles. Sou mais um a resistir.

A RESPEITO DE NÓS, ARTISTAS, SAIBA >>> Em momentos de polarização como esse, os ratos ressurgem das tocas e nos reprimem ofendem e defendem a velha e defasada ‘ordem’ e os despóticos métodos dos ditadores, para desfrutar, enfim, daquela nostálgica (para eles) paz dos cemitérios (que jamais permitiremos que retorne). Neste blog, já contra-ataquei direitistas e reacionários que me xingaram por eu ‘me agarrar a meu cargo e dinheiro’ (sic – eles pensam que um artista pensa como eles). Claro que eu sou um alvo óbvio, um velho comuna crônico (e anacrônico, dizem), meio em desuso, quase aposentado (ôps… isso também não se usa mais). Mas eu sempre me alinharei com esses outros, os da esquerda, os humanistas e os artistas.

Mesmo porque não existe arte de direita. Existe entretenimento. Passatempo divertido ou tolo. Besteirol em maior ou menor grau de crítica ou ausência dela. Existe o poder e gente que se vende a ele. Ou faz seu jogo de conveniência. Existe o sistema que compra consciências. Almas baratas que se exibem no mercado dos vermes, disputando audiência, oferecendo suas mercadorias vazias e dizendo ‘sim’ aos jabás e aos esquemas viciados da indústria que faz da ‘cultura’ seu lucrativo balcão de negócios. Mas são comerciantes desonestos, não são artistas. O artista de verdade é sempre do contra, como cravou o grande Millôr. Porque não dá pra fazer arte a favor. Arte é para mudar virar de ponta-cabeça alterar a visão fazer o sertão virar mar e o mar virar sertão (e vice-versos). Se não for isso, é apenas elemento decorativo. O abismo que separa Picasso de Romero Britto.

O mundo sempre precisará de rebeldes loucos ousados obstinados revolucionários cheios de amor e fúria para por ele tombar gritar respirar ar puro e se reinventar. Não se reserva nem se garante paixão assinando contrato, não se governa baixando autoritários decretos. Às práticas nocivas, ao nefasto dia-a-dia, à disseminação da baixaria, só sobrevive só resiste só se sustenta quem se alimenta de utopia.

Artista é sempre transgressor. A inquietação e o questionamento o transtornam e transformam. Como poetou o grande Leminski, ‘isso de querer ser aquilo que a gente é, ainda vai nos levar além’. É um estado de alerta permanente, e, ao mesmo tempo, é dor que não tem fim. Mas artista que é artista só brinca se for assim. Quem tem medo disso tudo que eu falei, melhor nem descer pro play.

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‘STILL REICH’ NO RJ

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SEXTA A DOMINGO – 28 a 30 de junho – No Teatro Prudential, à rua do Russel, 804, no Rio de Janeiro >>> A Focus Cia de Dança apresenta o premiado espetáculo ‘Still Reich‘, de Alex Neoral, que reúne, em programa único, quatro peças compostas a partir de músicas do compositor contemporâneo americano Steve Reich: “Pathways”, “Wood Steps”, “Trilhas” e “Keta” (vencedora do Prêmio CesgranRio de Dança como melhor coreografia e ainda indicado como Melhor Bailarino/Marcio Jahú e Melhor Bailarina/Carolina de Sá). A Focus Cia de Dança tem patrocínio da Petrobras, direção de produção de Tati Garcias e atua com os bailarinos Carolina de Sá, Cosme Gregory, José Villaça, Marcio Jahú, Marina Teixeira, Monise Marques, Rafael Luz e Roberta Bussoni. Sexta e sábado, às 20h. Domingo, às 19h.

Com 20 obras e dez espetáculos em seu repertório, a Focus Cia. de Dança tem trajetória que se notabiliza por ter conseguido tanto o sucesso de público, quanto o reconhecimento da crítica especializada. Apresentou-se em mais de 90 cidades brasileiras e levou sua arte a países como EUA, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Portugal, Itália, França, Alemanha e Panamá. Na semana passada, após assistir ‘Still Reich‘, em São Paulo, escrevi esse texto poético e emocionado descrevendo minhas sensações:

Eu vi a lágrima. o suor. senti o cheiro do desespero. o amor sem sossego. o tempo sem paz. Still Reich no palco do Sesc no escuro (que ilumina) no silêncio (que fala) me joga na cara o lado áspero agudo da fome de tudo. a escravidão dos homens. me prende a respiração. escancara a dor. projeta a expressão mais sofrida. o grito mudo gemido aflito. as tentativas de fuga. a urgência de ar. de mudar. atores atormentados vagueiam vigiados. seres inquietos percorrem becos procuram saídas. parece que alguém me sonhou e esqueceu no caminho. e a cada sequência opressora (ou movimento contido – interrompido) é como se os bailarinos ensaiassem a esperança numa dança aprendiz de contínua repetição e aprimoramento. em meio ao jogo exaustivo de tentativa e erro de desvão em desvão vão construindo o templo. a cena coletiva. a utopia perdida. parece que alguém revoou. ou morreu. desnasceu. os ais os sinais captados na contramão da via na contradição da vida vão procriando gestos indigestos insólitos. os ecos inéditos do som da libertação. ouço passos. tortos. pensos. meu pensamento em desequilíbrio. o sonhado interpretado como se fora vivido. caio levanto preparo o grande salto. parece que era eu ali. cadê? me fui de mim. fluí sem fim. há que fugir lançar-se ir além. planar alto. respirar fundo. sentir o abismo o profundo o medo o incômodo a vertigem. sair de si do outro de todos. do trabalho robotizado do cotidiano automatizado da maquinação da lida entre os escombros. arte de tornar leve o peso da vida nos olhos nos ombros. o ritual solidário. as danças andanças em busca de amplos espaços. mundos novos. fraternos esforços. os corpos no caminho. indo e vindo. parindo sendo paridos. parece que eu nasci. sim. parece que entrei pra dentro de ti. parece que pari. que girei rodei rodopiei em torno de mim até sumir. os corpos no ar no chão rolando tontos enrolados num nó. somos todos um só. o punho no ar. o encanto humano de nunca jamais deixar pra lá. o sonho de tentar de tentar de tentar. ah… como somos imperfeitos. ébrios. trêmulos. e como é bela nossa febre de vida traduzida em movimento.

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POLO CULTURAL VILA ITORORÓ

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A Vila Itororó, construída entre 1922 e 1929, é composta por um palacete e 37 casas. Localizada na Bela Vista, seu conjunto arquitetônico foi tombado como patrimônio e desapropriado pelo governo e pela prefeitura de SP para fins culturais em 2006. Em 2013, numa parceria da Secretaria de Cultura com o Instituto Pedra, foi iniciada sua restauração. O Polo Cultural Vila Itororó, à rua Pedroso, 238, agora abre também aos domingos com variada programação gratuita. No dia 30 acontece a festa junina, entre outras atividades que eu vou passar a divulgar por aqui. Confira:

27 de junho – 15h >>> Oficina de Xilogravura com Luciano Favaro. Todas as quintas, até 29 de agosto

28 de junho – 9h >>> Práticas de Yoga com o Coletivo Yoga Pela Liberdade. Todas as sextas-feiras

28 e 29 de junho – 10h >>> Oficina de Culinária Vegetariana, às sextas e sábados

29 de junho – 11h >>> Oficina de Dança Contemporânea, com Marjury Alves

30 de junho – 14h >>> Encontro Público: Em parceria com Instituto Goethe será realizada uma roda de conversa, abordando os futuros usos na Vila Itororó.

30 de junho – 17h >>> Festa Junina, com culinária tradicional: serão elaborados pratos típicos, com os alimentos da época (tudo feito de forma coletiva pelos frequentadores). Kadu Ayala e Banda Balaio de Gato interpretam clássicos de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, Gilberto Gil e Trio Nordestino, passando pelas tradicionais canções de quadrilha. Vai ter a Quadrilha na Perna de
Pau, com a Trupe Baião de 2. Depois, discotecagem de Lia Macedo

2 de julho – 17h >>> Quarteto 4 de Paus toca versões instrumentais de Beatles, do Queen e de Amy Winehouse, entre outros sucessos (ao violino, viola e violoncelo)

3 de julho – 13h >>> Toda quarta-feira, até 31 de julho, tem Oficina de Jogos, com Débora Pereira contando a história de vários deles

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FESTA JUNINA NA CARAUARI

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SÁBADO – 29 de junho – 18h … Arraiá do Carauaribar … Tradicional festa junina tem os tradicionais caldinhos, churrasco, pinhão, quentão e vinho quente, além de muito forró, baião e xaxado a cargo do Trio Angelim. O Arraiá é beneficente em prol da C.E.I. Chiquinho. Na praça Carauari, 8, na Vila Maria

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NA NET, O CD ‘AS MARÉS’,
DE PAULO BARROSO

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Já falei aqui que o belo álbum duplo As Marés, do cantor e compositor Paulo Barroso está agora disponível nas plataformas digitais. Então, clica aí: você pode ouvi-lo no Spotify, Deezer, Google PlayITunes Youtube. Neste link, acesse também seu primeiro disco, Vozes da Cidade, inteiro. A canção ‘Ela e a Lua‘ é uma das cinco parcerias que tenho com o Paulo no álbum. Ouça e acompanhe a letra:

ELA E A LUA
(Paulo Barroso e Arnaldo Afonso)

Lua branca
Na varanda
Por onde ela anda?
Aonde ela está?
Lua grande
Me responde
Onde ela se esconde?
Não quer mais voltar?

Qual botão no fundo do peito
Deleta o momento em que tudo acabou?
E se eu rebobinasse o tempo
Pro tempo em que a gente se amou?
Mas no amor não tem vídeo-tape
E o tempo da gente passou

Lua meiga
Quando míngua
Ainda tão linda
Sorrindo pra mim
Lua estreita
Quase oculta
Não fuja à pergunta
Amar é ruim?

E o que é feito do sentimento
Que não tem proveito, que alguém recusou?
Sei que amar é um verbo imperfeito
Que não se conjuga sem dor
Mas se o amor nos traz sofrimento
Pior é sofrer sem amor

Lua bela
Amarela
A minha janela
Não cansa de olhar
Lua cheia
Incendeia
Foi tanto que amei, ah!
Por que fui amar
Assim?

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PARADA GAY

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Leio no Estadão que a 23ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo assumiu caráter de movimento político e de oposição ao governo Jair Bolsonaro (que tem largo histórico de declarações homofóbicas). “Resistência” foi a palavra mais repetida na primeira edição do evento sob o novo governo (e apenas dez dias depois de o STF tipificar a homofobia como crime). Nos trios elétricos, ativistas, artistas e políticos também criticaram o governo federal. A presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Cláudia Regina Garcia, disse que os governantes precisam entender que “ninguém vai voltar para casa, pro armário ou para a senzala”. Sob o tema, “50 anos de Stonewall – Nossas conquistas, nosso orgulho de ser LGBT+”, a multidão acompanhou 19 trios elétricos durante mais de seis horas, levando cartazes com frases como “A nossa arma é o amor”, “Transformamos vergonha em orgulho” e “Ele não, fora Bolsonaro”.

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MARIELLE PRESENTE!

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No dia 14 de março de 2018 a vereadora, de 37 anos, foi assassinada no bairro da Lapa, no Rio. Ela era relatora da Comissão dos Direitos Humanos que acompanhava a intervenção militar no RJ. Havia feito denúncia contra abusos policiais e voltava de um evento com jovens negras quando foi baleada. Anderson Gomes, motorista do carro em que ela estava, também foi executado. Desde então, protestos contra o bárbaro crime se repetem diariamente em várias cidades brasileiras. Marielle lutava por justiça, inclusão e igualdade de direitos. Defendia as causas que todos nós, artistas e coletivos dos saraus, também defendemos. Este blog continua aguardando o esclarecimento do caso e a punição dos assassinos e mandantes. As balas que a mataram atingem a todos nós. Não podemos nos calar. Até quando vou ficar semanalmente repetindo esse texto aqui? Será que vai ficar assim? Por que a resposta não vem? Quem matou (e quem mandou matar) Marielle?

Faz mais de um ano que eu repito esse texto. E vou continuar repetindo enquanto este blog existir. É meu compromisso em defesa da democracia e da liberdade, ambas ameaçadas pela impunidade de assassinos ou pela omissão das autoridades. Há um ano repito o texto que eu já sabia que ia repetir. Se temos dois suspeitos presos (a quem ninguém entrevistou, confrontou, nem perguntou os motivos) ainda falta saber quem mandou matar Marielle. Um ano depois, Marielle continua sendo baleada, morrendo todas as noites e renascendo a cada manhã. Porque pessoas íntegras como Marielle não morrem jamais. Se eternizam e viram exemplo de luta. Nós, brasileiros democratas, estamos aqui, de braços dados com ela, esperando que a justiça seja feita. Os assassinos talvez tenham a proteção momentânea de organizações ou de eventuais autoridades fascistas. Que podem ameaçar Marcia Tiburi e Jean Wyllis. E podem mirar nas nossas cabeças. E até nos matar, um a um (‘matar uns 30 mil’, como disse o atual presidente, sem ser punido nem ter sua candidatura impugnada). Só não poderão evitar que Marielle renasça mais forte, todos os dias, no corpo e na mente de cada menina guerreira da cidade do Rio de Janeiro. Marielle presente.

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AGENDÃO

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Aqui as sugestões de programação para esta semana. Acompanhe também as opções contidas na página da Agenda da Periferia. Informe-se, inconforme-se, atue e divirta-se!   

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QUINTA-FEIRA – 27 de junho – das 10h às 12h … Programa Toque Clovis Ribeiro.Todas as quintas na Rádio Cidadã FM 87,5 (www.cidadafm.com.br). Música, informação e arte

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QUINTA A SÁBADO – 27 a 29 de junho … Exposição de Marcatti – Primeiras Páginas … “Marcatti escreve, desenha, imprime, encaderna e vende suas pérolas escatológicas quadrinísticas. Seu estilo inconfundível já estampou transgressões em revistas como Chiclete com Banana e Mad.  Quinta e sexta, das 12h às 17h e das 19h às 21h. No sábado, das 11h às 20h. Na 9a Arte Galeria, à rua Augusta, 1371 – loja 113

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QUINTA A DOMINGO – 27 a 30 de junho – das 14h às 17h … Exposição – Gravuras de Rembrandt, com cinco originais do artista. Na Fundação Ema Klabin, à rua Portugal, 43, no Jardim Europa

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QUINTA-FEIRA – 27 de junho – 18h … Encruzilhada Poética no Al Janiah … Com Netto Duarte e Ni Brisant, mais o violão de Dom Orione. Na rua Rui Barbosa, 269

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QUINTA-FEIRA a SÁBADO – 27 a 28 de junho – 19h … Poema Suspenso Para Uma Cidade Em Queda. Mostra da Cia. Mungunzá. No Teatro Arthur Azevedo, à Avenida Paes de Barros, 955

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QUINTA-FEIRA– 27 de junho – 19h … Djs Gabriel Thomaz (Autoramas) e Felipe Zangrandi apresentam set baseado no programa Magnéticos, da MutanteRadio. No Mandíbula, à praça Dom José Gaspar, 106, Piso 2

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QUINTA-FEIRA– 27 de junho – 19h … Marcia Cherubin (acompanhada da violonista Luciana Romanholi) apresenta canções do cd ‘Vai em Casa’ em formato voz e violão. Na Casa da Palavra, à praça do Carmo, 171, em Santo André

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QUINTA-FEIRA – 27 de junho – 19h … Jazz Out .. Grupo instrumental Jambu, de Dudu Oliveira, se apresenta no evento quinzenal. Na rua do Riachuelo, 124, Lapa, no Rio de Janeiro

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QUINTA-FEIRA – 27 de junho – 19h … Lançamento do livro ‘Diário Bolivariano‘ de Emerson Alcalde. Com bate-papo e discotecagem. Na Biblioteca José Paulo Paes

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QUINTA-FEIRA – 27 de junho – 19h … Bruno Santanna Trio na Quinta dos Infernos … Na rua Coronel José Eusebio, 109

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QUINTA-FEIRA– 27 de junho – 19h … III Sarau Performático – Vozes Inauditas. Com leituras de Adriana Cavarero e Antonin Artaud. No Teatro Reynúncio Lima, na Unesp

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QUINTA-FEIRA – 27 de junho – 19h30 … Diálogo entre Fily Kanouté, Allan da Rosa e Ricardo Aleixo sobre a poesia negra e a força revolucionária da palavra. Mediação de Fernanda de Almeida Prado. No Sesc Pinheiros, à rua Paes Leme, 195

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QUINTA-FEIRA – 27 de junho – 20h … QuintaSoito – Noite Severina. Interpretações das músicas de ‘Morte e Vida Severina’, de João Cabral. No Espaço Clariô, à rua Santa Luzia, 96, em Taboão da Serra

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QUINTA-FEIRA – 27 de junho – 20h … Transamazônica … Espetáculo aborda a resistência indígena, o assassinato da missionária Dorothy Stang [1931-2005] e sua luta em defesa da floresta e de uma reforma agrária justa. Dramaturgia e direção de Rudinei Borges dos Santos. Com Leandro Lago e Geraldo Fernandes. Música em cena por Juh Vieira. No Centro da Terra, à rua Piracuama, 19

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QUINTA A SÁBADO – 27 a 29 de junho – 20h … O Homem-Mega-Fone … Peça aborda a luta pela sobrevivência no trabalho informal nas ruas de uma grande cidade, durante período eleitoral. Um catador se candidata a vereador e coloca esses dois universos em perspectiva. Texto de Edu Brisa, direção de Carol Guimaris. Na sede da CTI na Rua Oti, 212, Vila Ré

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ATÉ 28 DE JULHO – QUINTA A DOMINGO – 21h (dom, às 19h) … “Kavernistas do Terceiro Milênio” … Musical inspirado no disco anárquico “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das Dez”, de Raul Seixas, Sérgio Sampaio, Miriam Batucada e Edy Star, lançado em 1971. Idealização e direção de Luís Mármora, textos de André Sant’Anna. Com Almir Rosa, Cris Rocha, Ernani Sanchez, Luís Mármora, Luiz Gayotto, Rafael Castro, Paula Klein, Carlos Zimbher, Renato Medeiros e Pedro Felício. No TUSP, à rua Rua Maria Antonia, 294

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QUINTA-FEIRA– 27 de junho – 22h30 … Jazz na Faixa, evento de todas as quintas na Casa Matahari, à rua Silva Bueno, 729, no Ipiranga

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SEXTA-FEIRA A DOMINGO – 28 a 30 de junho – das 10h às 15h … Um Pedaço da História do Circo no Brasil … Espetáculo do Circo Marambio com palhaços, malabaristas, acróbatas e equilibristas, com um picadeiro montado em espaços alternativos. No Parque Ecológico do Tietê, à rua Guirá-Acangatara, 70, em Engenheiro Goulart

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 18h … May Sistah Acústico na Casa Bandeirão Regueiro, à av. Anhaia Mello, 6400

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 18h30 … Encontro Marcado & Nós do Rock Rural – No Allianz Parque. Às 20h30, Zé Geraldo, Ricardo Vignini, Tuia e Guarabyra abrem a noite. Na sequência, show de Flávio Venturini, Sá & Guarabyra e 14 Bis

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 19h … Slam Pavio Curto – 3°Edição. No Sesc Osasco. Poesia e expressão corporal através da língua de sinais com o Slam do Corpo, o poeta surdo Leo Castilho e Felipe Stocco (ouvinte)

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 19h … Sarau Encontro de Utopias comemora 10 anos. Com apresentação de Regina Tieko e vários convidados (clique no cartaz). Na Patuscada

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 19h … Bailão da Fairah – O Karaoke … No Espaço Arranca, à rua Santa Catarina, 520, em Guarulhos

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 19h … Fios de Choro se apresenta na Casa Azul, à avenida Senador Casemiro da Rocha, 731

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 19h30 … Recital Lítero-musical com participação de Sandra Fidalgo, Irineu de Palmira, Vensam Abeny Iala, Marcelo Ariel, Fily Kanouté, Beatriz Pacheco, Liw Ferreira, Rogério Clementino, Danilo Moura e com direção musical de Gabriel De Almeida Prado. No Sesc Pinheiros

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 19h30 … Lançamento do livro de crônicas de Sacolinha. No Centro Cultural Francisco Carlos Moriconi, à rua Benjamin Constant, 682, em Suzano

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 20h … Show Mensagem – com as canções autorais de Heloisa Bonfanti. Participação de Natalia Barros, Daniel Minchoni, Fernanda Laender e Carolina Bonfanti. Na Casa Tombada, à rua Ministro Godoi, 109

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 20h … Slam da Guilhermina – Com o lançamento de ‘Diário Bolivariano’, livro de Emerson Alcalde. Na rua Astorga, 774

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 20h … Grupo EntreLatinos faz show com participação de Anabel Andrés. Na Pauliceia Cultural, à rua Arruda Alvim, 127

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 20h … Série “Violão Ponteado” com o Duo Gabriel Rimoldi e Guilherme Lamas. Na Escola de Artes Pró Música, à av. Palmital, 41, em Campinas

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 20h … Noite da Viola & Violão com Marcos Siqueira e Alex Faria, ambos integrantes do grupo Som das Dez. No Carauaribar, à praça Carauari, 8, na Vila Maria

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 20h … Show Banda da Portaria na Casa Tamarindo, à rua Maestro Cardim, 1294. Participação da cantora Bruna Lucchesi

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 20h … Sarau da Águas comemora aniversário. No Espaço Formação Assessoria e Documentação, à rua Cambuci do Vale, 109, na Cidade Dutra

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 20h30 … Rock Acústico com Felipe Segobi e convidados (Mutzka, Mazinho e outros). No Dragster Rock Bar, à rua Curuçá, 439

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 20h30 … Cantor e compositor Jota.pê apresenta as músicas do ep “Lá vem Garoa” no Bona, à rua Álvaro Anes, 43

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 20h30 … Vrborrgica … Quinta edição do evento performático recebe o mc e poeta Rodrigo Brandão (veja o vídeo) e o jazz autoral do Otistrio. Participação de convidados da SPIO Orquestra, com condução de Daniel Carrera. Nos visuais, o residente Pinkalsky. Na Madre Superiora, à rua Sete de Abril, 356, 4º andar

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SEXTA-FEIRA A DOMINGO – 28 a 30 de junho – 20h30 … Severina – Da Morte à Vida. Texto de Will Damas baseado no clássico de João Cabral. Direção de Naruna Costa. No Espaço Clariô, à rua Santa Luzia, 96, em Taboão da Serra

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SEXTA E SÁBADO – 28 e 29 de junho – 21h … Fuck You, Baby … Peça tem texto e direção de Mário Bortolotto, que também atua (veja o elenco, clicando no cartaz). No Teatro Cemitério de Automóveis, à rua Frei Caneca, 384

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SEXTA A DOMINGO – 28 a 30 de junho – 21h (domingo às 19h) … AI-5, Uma Reconstituição Cênica. Peça aborda a reunião que deu início à fase mais sangrenta do regime ditatorial civil-militar brasileiro. No Teatro Arthur Azevedo, à avenida Paes de Barros, 955, na Moóca

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 21h … Romeu Soul & Cristiano Pirata tocam clássicos de mpb e rock nacional. No Eclipse, à rua Astorga, 621

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 21h … Felipe Câmara (do Folk na Kombi) lança seu primeiro álbum solo ‘Patu’. No Junho Folk do Teatro Bruta Flor, à rua Augusta, 912

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 21h … Trio do pianista Ricardo Castellanos, com Thiago Alves (contrabaixo) e Jonatas Sansão (bateria), se apresenta no JazzB, à rua General Jardim, 43

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 22h … Festa Apocalipse Tropical. Com o grupo Batuque de Lara, os djs Diego Pacheco, Edu Nunes e Lico. Na rua Heitor Penteado, 51, em Pinheiros

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SEXTA-FEIRA – 28 de junho – 23h … Forró na Gruta. Festa de São João ao som do grupo Baião Lascado. Na rua Major Quedinho, 112

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SÁBADO – 29 de junho – 12h … Festa de São João na Escola Waldorf Francisco de Assis, à av. Basileia, 149, no Lauzane Paulista

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SÁBADO – 29 de junho – 14h … Banda Issoo! apresenta o show ‘Sonhos Líquidos’. Participação de Jonah. Na Concha Acústica de Santo André

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SÁBADO – 29 de junho – 15h … Cabeçass (da cantora Daniela Neris) se apresenta no Point do Charuto (às 20h), na festa de niver da Sheilinha (parabéns!). Na praça Comandante Eduardo de Oliveira, 254

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SÁBADO – 29 de junho – das 15h às 22h … Festa De 51 Anos da Mercearia São Pedro tem bandas de rock e blues. A banda Saco de Ratos, do dramaturgo Mário Bortolotto, encerra o evento. Na rua Rodésia, 34.

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SÁBADO – 29 de junho – 16h … Show do cantor e violonista Rei Salles, com Tato Fischer ao piano e Felipe Pimentel na guitarra.  À rua Rui Barbosa, 201

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SÁBADO – 29 de junho – 16h … Cora Primavera: peça rito-manifesto em Sampã. Texto e direção de Rafael Abrahão. Com a Santa Cia, cujos projetos são financiados a partir da venda de artigos da lojinha, comidas e bebidas da FodeTruckera, festas, financiamento coletivo e parcerias com estabelecimentos comerciais. No Teatro De Contêiner, à rua dos Gusmões, 43

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SÁBADO – 29 de junho – 17h … Casa Amarela Convida tem espetáculo com Cia InCorpóreo, lançamento de “Amor… Desbragado Amor”, de Mário Neves e pocket-show com Beatriz Carvalho e Paulo Miranda. Na rua Julião Pereira Machado, 7, em São Miguel Paulista

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SÁBADO – 29 de junho – 18h … TroVoar, Festa de Livrxs (clique no cartaz). No Espaço Bento Rosa, à rua Mourato Coelho, 1094

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SÁBADO – 29 de junho – 19h … Os músicos Breno Ruiz e Miguel Rabello fazem show de pré-lançamento do álbum “Diferente”, com canções deles e letras de Paulo Cesar Pinheiro. Na Casa da Banda, à rua Rodésia, 398

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SÁBADO – 29 de junho – 19h … Freud a Deriva, trio composto por Rene de França (guitarras e vocais), Marcelo Mazzucatto (contra baixo e vocais) e Zé Terra (voz e vários instrumentos) interpreta as canções de ‘Pirão de Peixe com Pimenta’, disco de Sá & Guarabyra. Participação de Art Ramos. No Apostrophe’, à rua Coronel Ortiz, 290, em Santo André

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SÁBADO – 29 de junho – 19h … Editora Primata convida para o lançamento da “Coleção Plaquetas”, com obras das poetas Ana Beatriz Domingues, Ana Meira, Helena Zelic, Isabela Ribeiro Lozano, Isabela Sancho, Laura Navarro, Maiara Gouveia e Paula Valéria Andrade. Na Patuscada, à rua Luis Murat, 40

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SÁBADO – 29 de junho – 19h30 … 3 Vozes, 3 Expressões Musicais – 2ª Edição. Com Luana Faddlei, Xuxa Mentone e Sabrina Carvalho. No Teatro Studio Heleny Guariba, à praça Franklin Roosevelt, 184

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SÁBADO – 29 de junho – 19h30 … Sarau do Grajaú. Com palco aberto e lançamento de ‘Flor(e)cimento’, do poeta Daniel Fagundes. Na rua Antônio Comenale, 166

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SÁBADO – 29 de junho – 20h … MaurusBlues & Marcos Duprá se apresentam no Bar do Anão, à rua Antonio Fonseca, 426, na Vila Maria

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SÁBADO – 29 de junho – 20h … ‘Voltando Belchior’. Show revisita a obra do bardo cearense com sonoridade do rock anos 70. Na Casa Barbosa, à rua Rui Barbosa, 559

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SÁBADO – 29 de junho – 21h … Chico Buarque Especial. Com Moacyr Santos (voz e violão), Jarbas Monteiro (baixo), Gustavo Surian (percussão) e Filipe Surian (violão solo). Na refinaria Burguer, à rua Fontoura Xavier, 1090

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SÁBADO – 29 de junho – 22h … Pepe All Strangers Jam. Após lançamento do novo disco (na sexta, no Sesc Belenzinho), artista reúne músicos para tocar blues e rock no Clandestino, à rua Augusto, 2366

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SÁBADO – 29 de junho – 22h … Nostalgia do Amor Ausente, monólogo da Cia 2 de teatro, dentro da Mostra Manufatura de Monólogos (veja detalhes da programação no cartaz)

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DOMINGO – 30 de junho – 10h … Virada Política 2019 – evento anual organizado de maneira voluntária e colaborativa por um coletivo independente, sem ligações partidárias, financiado exclusivamente por pessoas físicas. No Centro Cultural Olido, à avenida São João, 473

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DOMINGO – 30 de junho – 14h … Sarau Poesia de Esquina + Racha Coração … Com Rafael Ribeiro, Lucão, Marcio Ricardo e Germano Gonçalvez. Na Oca Ibirapuera

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DOMINGO – 30 de junho – 16h … Sanfona Velha do Fole Furado … Com Cris Miguel e Danilo Tomic, espetáculo de bonecos tem músicas de Luiz Gonzaga e conta a aventura de Severino do Xaxado e sua mula Sebastiana. na Casa Passarinho, à av. Dr. Arnaldo, 1145

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DOMINGO – 30 de junho – 16h … Samba Negras em Marcha na praça de convivência do Sesc Bom Retiro, à alameda Nothmann, 185. No repertório, músicas que ressaltam a africanidade e as potencialidades femininas (Elza Soares, Dona Ivone Lara, Sandra de Sá, Margareth Menezes e Clementina de Jesus e Ilú Oba de Min). Entrada franca

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DOMINGO – 30 de junho – 17h … Planejamento do 29º Aniversário do CAPSArtes … O Centro de Arte e Promoção Social vai comemorar 29 anos de (r)existência com 12 horas de atividades no dia 22 de setembro, no Grajaú. A programação será realizada de forma colaborativa e os coletivos artísticos estão convidados para a reunião de planejamento. Na rua Jequirituba, 325, no Jardim Malia II

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DOMINGO – 30 de junho – 17h … Discoteca do Rock com o melhor dos classics rock anos 60, 70 e 80. Na Fofinho, à av. Celso Garcia, 27298

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DOMINGO – 30 de junho – 17h … Caio Bars, cantor e compositor, se apresenta acompanhado por Julio Nogueira (baixo acústico) e Débora Ruba (violino e voz), com participação de Malu Maria (voz) e Victor Martins (cello). Na Casa Teatro De Utopias, à rua Dúilio, 46

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DOMINGO – 30 de junho – 19h … Edvaldo Santana apresenta canções de seu mais recente cd “Só vou chegar mais tarde”, além de antigos sucessos. Na Casa de Cultura São Miguel, à rua Irineu Bonardi, 169

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DOMINGO – 30 de junho – 19h … Sarau do Bar do Frango … Lendário point de artistas e ativistas culturais da ZL promove sarau sempre no último domingo do mês. Na avenida São Lucas, 479

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DOMINGO – 30 de junho – 19h … Alquimia Em Movimento apresenta o espetáculo ‘Coisa Nossa’, com textos de Eva Rocha, Michele Rufi e José Régio interpretados por coletivo de atores, músicos e bailarinas. No Canto de Cabocla, à rua Barão de Jaceguai, 944, em Mogi das Cruzes

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DOMINGO – 30 de junho – 20h … Nani Barbosa e Bruna Lucchesi – Cantoras se apresentam em formato solo, mostrando suas composições, e depois juntas. Na Casa Gramo, à rua Bento de Abreu, 223

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SEGUNDA A SEXTA-FEIRA – 1 a 5 de julho – das 14h às 19h … Exposição de xilogravuristas e cordelistas no arraiá do Colabirinto, à rua Francisca Miquelina, 118

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SEGUNDA-FEIRA – 1 de julho – 19h … Sarau Submerso #5 (Na Escotilha, perto da av. Paulista – reservas inbox). Com a presença do músico Victor Cali e dos poetas Aline Fonseca, Daisy Coelho e Juliano Lourenço. Com serviço de comidinhas e bebidinhas, palco aberto e espa ço para venda de quadros, livros e fanzines. Entrada franca

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SEGUNDA-FEIRA – 1 de julho – 19h … Lançamento do romance ‘Boa Noite, Amazona’, de Manoel Herzog, no Café da Livraria, à rua Fradique Coutinho, 915

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ÀS TERÇAS-FEIRAS – das 19h às 21h … Visões do surrealismo – curso com Claudio Willer … A cada sessão projeção de imagens por datashow e distribuição das sinopses. Durante as terças-feiras, dias 2, 16, 23 e 30 de julho. Investimento R$30,00 por data ou R$120 pelo pacote. No Corvo – Burger & Beer, à rua Fortunato, 119

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TERÇA-FEIRA – 2 de julho – 20h … Luísa Lacerda e Renato Frazão na CoLAB, à rua Fernandes Guimarães, 66, no Rio de Janeiro. No vídeo, a bela canção ‘Andar, Andei’, parceria de Frazão com Marcelo Fedrá

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TERÇA-FEIRA – 2 de julho – 21h30 … Anita Baker Rapture … Tributo à cantora com Anette Camargo (voz e teclados), Ogair Júnior (teclados), Libero Dietrich (guitarra), Marcelo da Rocha (baixo) e Gilberto Inácio (bateria). bulosa cantora Anita Baker. No Raiz Bar, à rua Alves Guimarães, 153

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QUARTA-FEIRA – 3 de julho – 18h … Vivência de canto coral e percussão. A cantora e professora de canto Dani Mattos ensaia repertório afro-brasileiro acompanhada do percussionista Tiganá Macedo, que dará aulas de percussão aos participantes. No Atelier Paulista, à rua Amália de Noronha, 301

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QUARTA-FEIRA – 3 de julho – 19h … Poesia Insubmissa … De julho a novembro, ciclo de diálogos traz dois poetas para conversa sobre seus poemas e influências. O primeiro encontro é com Cuti e Natasha Felix. No Centro Cultural São Paulo, à rua Vergueiro, 1000

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QUARTAS-FEIRAS – ATÉ 31 DE JULHO – 20h … O Bote da Loba … Remontagem da peça de Plinio Marcos. Direção e iluminação de Marcos Loureiro. Com Anette Naimann e Dani Moreno. Na ocupação do Teatro de Arena Eugenio Kusnet, à rua Teodoro Baiman, 94

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QUARTA-FEIRA – 3 de julho – 21h … Pré-lançamento de ‘A revolta do Parafuso’, terceiro álbum de Evandro Camperom. No show, lançamento do clipe “Pedra de Raio”. No Teatro Cacilda Becker, à rua Tito, 295, na Lapa

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ATÉ 27 DE JULHO … ‘Quem te viu, quem te vê’ – Exposição de 54 caricaturas de Chico Buarque selecionadas em concurso nacional. Com curadoria do cartunista Zé Roberto Graúna, a mostra apresenta trabalhos dos mais variados estilos. Às terças-feiras, das 10h às 16h; de quartas às sextas, das 10h às 18h; aos sábados e domingos, das 15h às 18h, na Sala Carlos Couto (Teatro Municipal de Niterói) com entrada franca.

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ATÉ 18 DE AGOSTO … Exposições: “Entre o azul e o que não me deixo/deixam esquecer”, de Juliana dos Santos e “acerca do fracasso das formas”, do Coletivo Cartográfico (Carolina Nóbrega, Fabiane Carneiro e Monica Galvão) em parceira com Jorge Soledad. No Paço das Artes, à av. Europa, 158.

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ATÉ 18 DE AGOSTO … PretAtitude, no Sesc Vila Mariana. Exposição é um recorte da produção afro-brasileira contemporânea com trabalhos de Aline Motta, André Ricardo, Eneida Sanches, Janaina Barros, Laércio, Lídia Lisboa, Luiz 83, Marcelo D’Salete, Marcio Marianno, Peter de Brito, Sidney Amaral, Rosana Paulino, Wagner Celestino e Washington Silveira. Nos dias 18 e 26/6, bate-papo com artistas convidados. De terça a sexta, das 10h às 21h30; sábado, das 10h às 20h30; domingo, das 10h às 18h30

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ATÉ 18 DE AGOSTO … ‘Björk Digital Brasil’ – no MIS SP … Exposição de realidade virtual imersiva da artista islandesa Björk, que une arte e tecnologia para ilustrar as imagens poéticas de suas músicas. A mostra-instalação traz seis trabalhos de Björk extraídos de seu álbum, Vulnicura (as obras podem ser vistas com óculos de realidade virtual). Além dos vídeos, a expo traz o projeto educativo Biophilia e uma sala de cinema onde o público confere diversos clipes da carreira da artista feitos por mestres do videoclipe, como Michel Gondry e Spike Jonze. Clique aqui para mais informações.

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ATÉ 5 DE SETEMBRO … A Utopia na Era da Incerteza – Imersão Artística Múltipla: Instalação cenográfica com atividades sensoriais e espetáculo teatral. Projeto da Cia Lúdica ocupa o Tendal da Lapa, na rua Guaicurus, 1100

ATÉ 6 DE JULHO – MARÍLIA CALDERÓN >>> A atriz e cantora que já se apresentou pelas ruas e vagões do metrô de SP, está em campanha de financiamento para a produção do álbum ‘A Saudade é um Vagão Vazio“, com canções que possam fazer refletir e inspirar caminhos democráticos na luta contra o fascismo. Para colaborar ou se informar sobre as recompensas, acesse aqui

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AGENDÃO >>> Fique ligado, pois o agendão é diariamente atualizado. E toda quinta-feira tem post novo. Até lá!

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