A iluminação é um dos recursos mais comuns para criar efeitos nos projetos de decoração. É possível aproveitar tanto a luz natural como a fornecida por spots, fitas de LED e luminárias. Mas como e quando optar por um ou outro?   

(Anelisa Lopes escreve sempre às terças. Acompanhe alguns de seus projetos e referências no Instagram: @a81_design)

Como usar a iluminação a favor do projeto (foto: arquivo pessoal)

No caso da luz natural, você pode tirar proveito de divisórias, sejam biombos ou cobogós, que filtram a luz e fazem desenhos nas paredes ou no chão. A escolha do tecido da cortina também interfere diretamente no efeito provocado: mais fluido, apenas “filtra”a incidência de luz solar; mais pesado, cobre parcial ou totalmente a entrada da iluminação. 

Já para criar resultados com spots, LED ou luminárias, o primeiro ponto a ser levado em consideração é se há forro de gesso ou laje no local. Na primeira situação, é possível criar qualquer tipo de configuração, umas vez que toda fiação ficará embutida por cima das placas de gesso, o que facilita consideravelmente o trabalho. Os spots de embutir são específicos para este tipo de teto. 

Se não houver forro e a iluminação tiver de ser feita na laje, para evitar o quebra-quebra, é possível usar um material chamado fita elétrica, que é coberta apenas por massa, lembrando que pode ficar levemente aparente por conta da sua espessura sobre a superfície. 

As luminárias criam um efeito dramático no ambiente e podem acabar virando a grande protagonista da história. Escolha também o tipo de lâmpada que fica mais atraente com a peça. Já as fitas de LED possibilitam criar uma composição de luz indireta no espaço. 

Lembre-se de que a luz não precisa vir só de cima para baixo. Ela também pode estar em algum ponto da parede por meio de arandelas ou ainda “nascer” do piso, iluminando caminhos por meio de uma atmosfera mais intimista. 

Luminárias também podem ser o grande protagonista da história (foto: arquivo pessoal)