Com um mercado que movimenta mais de R$ 20 bilhões anualmente só no Brasil – de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) -, o segmento de animais domésticos se mantém como um dos mais promissores não só por aqui, como em todo o mundo. Foi-se o tempo em que desenhar um produto era uma tarefa destinada somente para humanos. 

(Anelisa Lopes escreve sempre às terças sempre às terças. Acompanhe alguns de seus projetos e referências no Instagram: @a81_design)

Novas leituras para abrigo dos pets (foto: Hiroshi Yoda/divulgação)

E o caminho não tem como ser diferente. População cada vez mais idosa somada à porcentagem de casais que optam por não ter filhos têm impulsionado cada vez mais este mercado com produtos e serviços diferenciados e personalizados. Além da busca por acessórios para o pet, no entanto, não é raro encontrar clientes que pedem para integrar a morada do bicho em cômodos íntimos ou comuns da casa, como quarto ou sala de estar, com mobiliário específico. 

E para satisfazer o cliente de quatro patas, é preciso, muitas vezes recorrer a especialistas, como veterinários, para adequar e integrar o espaço da melhor forma. Tecido, material, tamanho, circulação e limpeza do ambiente… Todos estes pontos devem ser levados em consideração para projetar para o pet. 

O assunto ainda é tema de exposição na Japan House, centro de exposições para divulgação da cultura japonesa, localizado em São Paulo. “Archtecture for dogs”, em cartaz até 07 de abril, mostra diferentes formas de abrigo, criadas por renomados designers e arquitetos, para o companheiro do dia a dia. Se você é dono ou fã de bichanos, vale a pena visitar. 

(foto: Hiroshi Yoda/divulgação)