Um sentimento humano, mas muito desafiador. Desses que, quando aparece, costumam deixar a gente sem saber como agir.

Entre as crianças, ele é mais comum nos filhos mais velhos, quando nasce um irmão. Mas, com o passar do tempo, o caçula também tem ciúme do primogênito. É natural.

Mas como a gente lida com isso? Mal, arrisco dizer.

Eu confesso que nunca li nenhum livro sobre o assunto (infelizmente), mas tenho certeza de que deve ter muita obra boa e autor fera falando sobre ciúme.

Mesmo sem nunca ter lido, conheci esse sentimento a fundo quando tive o segundo filho, quase quatro anos atrás. E, pra mim, o que funcionou foi a análise. É onde eu ainda descubro que cada saída pode ser única. Porque quando a gente lida com sentimentos, o que funciona pra um pode não servir para o outro.

Ainda assim, como mãe, que já sofreu e ainda é alvo do ciúme, acho que vale a pena compartilhar o que eu descobri.

Não tem receita, mas pode valer o exemplo. Aperte o play.

(o link deste vídeo foi atualizado)