Falar de amor parece fácil, o tema logo nos remete aos momentos de felicidade que vivemos ao lado de alguém. Quem não sente saudades dos amores que passaram, do encantamento, dos olhares apaixonados, das noites que pareciam não ter fim?

Existem amores tranquilos, carregados de paixão, outros em que o companheirismo é o ponto de encontro entre duas pessoas, e têm  aqueles que definem o amor segundo as suas próprias regras. Confundem amor com possessividade, com controle, usa a força bruta e têm aqueles que ainda estão contigo pela metade.

Cada pessoa define o amor de acordo com o que acredita e sente ser válido, mas nem sempre corresponde ao que o parceiro gostaria. É nesse momento que o sonho e todo o sentimento começam a desmoronar. Muitos que vivem esses momentos tentam de alguma forma buscar recursos para que possam achar um caminho que sustente o relacionamento, de forma que mantenham o respeito, o carinho e a cumplicidade.

Mas nem sempre há o desejo de mudar por uma das partes, muitas vezes nem há consciência de quanto o seu comportamento pode estar destruindo o sentimento que o unia ao outro. Vai se empurrando com a barriga, abusando de mentiras, de falta de afeto e de cuidados, até que chega um momento que o relacionamento se encontra destruído. Muitas pessoas ainda insistem em permanecer na dor, aguentando grosserias e o descaso. Mas chega uma hora que é necessário arrumar as malas e partir.

Somos muito importantes para ficar onde não há afeto real e é nesse momento que devemos voltar para nós mesmos, dar um reset e atualizar. Poder olhar para o que é real sem se deixar esmorecer, pois a verdade é que cansamos e merecemos seguir em frente em busca da felicidade.

Eu te amo meu bem, mas eu me amo muito mais! Logo sigo em frente, fecho ciclos e olho para o que o futuro me apresenta.