Sabe aqueles clichês de pequenos gestos são grandes feitos? É meio por aí. Mesmo com tantos pediatras e especialistas dizendo como educar, o que fazer, como se comportar…ainda prefiro acreditar que coisas simples, quase pequeninas, valem mais do que grandes teorias e estudos.

Como do carregar a própria mochila e aprender o peso das próprias escolhas

Do esperar na fila e entender que todo mundo ali tem o mesmo direito que você

Do esperar sair quem está no elevador para quem está fora entrar

Do “por favor” antes de pedir qualquer coisa a alguém

Do agradecer e saber que ninguém tem obrigação nenhuma para com você

Do entender que o “falou está falado”, “combinado é trato” e “segredo é segredo”

Do olhar nos olhos quando alguém fala com você e entender que isso é uma forma de respeito

Do saber olhar pela janela e ver o tempo passar e entender que o “lá na frente” se chama horizonte

Do sentir frio na barriga quando se está no balanço porque a gente é capaz de sentir o ir e vir da vida nas alturas

Do receber abraços e também poder dar abraços

Do chamar uma pessoa mais velha de idosa e não “velho”

Do carinho com uma avó ou avô

Do brincar e do cuidar com um gato ou um cachorro

Do olhar nos olhos do menino na rua que pede dinheiro no farol

DO olhar pro céu e poder imaginar as estrelas e a imensidão lá de cima

Do arrumar sua própria cama e não esquecer disso quando for a casa do amigo

Do agradecer na hora de ir embora e realmente sentir-se grato pela receptividade na casa de outras pessoas

Do cuidado com o irmão ou irmã mais nova ou mais velha. Do saber que eles “valem” muito mais que qualquer amigo

Do entender que a vida pode ser grande ou pequenina, mas que ela precisa da gente para ser melhor e que cada um tem um papel pra lá de grande nesse planeta aqui. Porque são com pequenos gestos que a gente faz grandes coisas. Das coisas simples no educar de uma criança. No mundo e para o mundo.