Foi-se o pesadelo da presidente autista que num dos ápices do seu autoritarismo quis empurrar goela abaixo de nós, junto com as suas mentiras, os gêneros linguísticos corretos da língua portuguesa.

A mesma presidente que louvou a lei da palmada, que quis transformar cada funcionário público num policial dos bons costumes, enfim, que quis impor o que se pode e não se pode fazer nos nossos hábitos.

Foi-se o pesadelo da presidente que, depois da lide democrática, não agradeceu o candidato derrotado na eleição. Agradecimento que compõe uma etiqueta elementar de toda democracia.

Foi-se o pesadelo da presidente que patrocinou o afundamento financeiro da Petrobras, desvalorizou perigosamente a nossa moeda e inflacionou a economia.

Foi-se o pesadelo de um país à beira do abismo.

Foi-se o pesadelo de ter de ouvir discursos sem eira nem beira, com terríveis problemas de argumentação e raciocínio que eram uma bofetada na cara de qualquer pessoa inteligente.

Contudo… ficou a imagem símbolo dessa senhora, ou seja, ao ser despejada de Brasília, num ato ilustrativo da sua personalidade, abandonou dois dos seus cachorros e mandou sacrificar um que não era suficientemente saudável, porque já velho e doente.