Certos casais de enamorados despertam a admiração das pessoas.

Por quê? Isso varia bastante.

Ou por uma das partes ser bonita e a outra não, ou ambas serem bonitas, ou feias, ou por uma ser inteligente e a outra limitada, ou ambas serem inteligentes, ou ambas terem bom coração, ou por uma das partes ser doidinha e a outra equilibrada etc.

A química do amor é demasiado complexa para caber na cabeça de um filósofo, que não se interessa muito por detalhes miúdos das coisas, preferindo amplas perspectivas.

Curioso é que tais casais, por mais que as intrigas da adversidade conspirem contra eles, sempre são protegidos pela própria vida, que “torce” por eles, e sempre de novo os une. É COMO SE A VIDA NÃO PUDESSE VIVER SEM ELES.

Por onde passam, naturalmente despertam admiração. Carregam uma luz que faz bem aos outros.

Vê-los é mais belo que ler uma poesia ou um romance de amor; é mais belo que ver um filme de mesmo tema.

Talvez a grande lição que surja daí, é que amar é mais simples do que se imagina, aliás, como demonstram aqueles casais de animais que vivem boa parte da vida juntos, é o caso de certos lobos, pinguins…