Desde a entrevista de Sarah Jessica Parker à revista InStyle, em janeiro, os fãs de Sex And The City se animaram com a possibilidade de a história ganhar mais um filme. E agora foi a vez de Michael Patrick King, o diretor-executivo da série, dizer que as chances são realmente grandes.

Sarah comentou que tem em mente uma história para finalizar a saga do quarteto de amigas de Nova York, mas que deveria ser rodada logo. “Uma parte de mim acha que há um último capítulo a ser contado. Mas o tempo é uma coisa peculiar. Essa não é uma decisão que possa esperar para sempre”, disse a atriz.

Em entrevista publicada nesta quarta-feira (19) pela Entertainment Weekly, Michael Patrick King comentou sobre a possibilidade da realização do terceiro filme.

“Sarah e eu sabemos o que é esse capítulo final. Isso não significa que deve ou não ser dito, mas eu acho que há uma história. Se isso acontecer, será uma situação completamente diferente. Mas há quatro garotas, e essas garotas ainda estão na minha mente”, disse.

Sex And The City saiu do ar há exatamente dez anos, em fevereiro de 2004, e ganhou seu primeiro filme quatro anos mais tarde, com faturamento de US$ 152 milhões em bilheterias. Em 2010, o segundo longa rendeu US$ 95 milhões e foi considerado um fiasco.

“Eu escuto muito as pessoas. O que eu sei é que há muito interesse, mas com o interesse vem o desinteresse. Se você acha que tem algo a dizer e irá torná-lo interessante, e se valerá a pena para os fãs, essa é a real questão. Não se pode ignorar isso, se alguém irá comprá-lo ou fazer dinheiro com isto. É realmente como, há elementos suficientes ou mais para dizer que justificaria o risco de ver seus personagens novamente? E eu acho que há um último capítulo”, reforçou King.

Mas para que aconteça, as atrizes devem concordar. E Cynthia Nixon, a Miranda, disse no ano passado, em entrevista, que era melhor deixar a série em paz. Mas Sarah está animada, assim como Kristin Davis (Charlotte). A única que não se manifestou até o momento foi Kim Cattrall, que deve certamente topar, pois está sem trabalhos expressivos desde 2010.