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O sonho de todo pai, de toda mãe, é educar os filhos para a felicidade.

Para que consigamos guiar nosso filhos rumo a essa meta, devemos refletir:

Nós, pais, conseguimos ser um pouco mais felizes a cada dia?

Somos a cada dia um pouco mais inteligentes?

Nossos pensamentos, raciocínios e nossas decisões são cada vez mais acertados?

Tentamos cada dia ser melhores pais, melhores cônjuges, melhores amigos, melhores filhos?

Essa missão não é fácil em uma sociedade pós-moderna em que reinam:

– o individualismo;

– um deserto de valores e falta de sentido;

– uma cultura da vaidade e do consumismo;

– uma disposição grande à heteronomia e portanto a qualquer modismo ou moda;

– uma fragmentação do tempo e do espaço;

– um tédio que faz as pessoas buscarem desesperadamente ocupar todo o tempo;

– um aniquilamento da infância.

Percebemos que as crianças são introduzidas cada vez mais cedo na vida adulta.

Isso ocorre em termos de agenda, competitividade, violência e erotismo prejudicando sua formação afetiva, e por outro lado, há uma tendência de serem superprotegidas e limitadas em seu desenvolvimento da autonomia e independência.

Assim, podemos ter filhos que tenham adquirido muitos conhecimentos e experiências do mundo adulto, porém sejam imaturos e incapazes de assumir responsabilidades e tomar decisões de forma acertada.

Em função deste cenário, cabe a nós, pais, investirmos não só na formação acadêmica dos filhos, mas também na proteção de sua infância e no fortalecimento de sua “vontade”, de sua capacidade de querer e buscar o bem.

Podemos fomentar este desenvolvimento da força de vontade através do nosso próprio esforço e exemplo de luta e superação pessoal. É fundamental, ainda termos um conhecimento profundo de cada filho, com consequentes projetos individualizados de melhoria pessoal.

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