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No nosso ambiente moderno, em que predomina o mundo digital, é imprescindível dar oportunidades motoras e sensoriais a nossos filhos.

A tendência atual é que as crianças não tenham mais habilidades de coordenação motora e espacial como pular corda, amarelinha, subir em árvores, equilibrar-se, saber cair.

O mesmo ocorre com habilidades de motricidade fina e sensorial como escrever, recortar, modelar argila, etc.

Nossas crianças não devem ser privadas de brincarem em espaços abertos, porque muitas vezes ficam em ambientes pequenos e fechados, na frente de um computador, celular ou tablet.

Ao mesmo tempo que as privamos de serem crianças, temos a tendência de as superproteger. Desde que acordam, somos nós que separamos a roupa, preparamos o café, a mochila, a lancheira, resolvemos o transporte, a ordem na escrivaninha, no quarto, etc.

Isso prejudica o seu desenvolvimento para a independência e a capacidade de tomar decisões, sabendo avaliar corretamente as consequências.

Se o filho não quis levar o casaco, que passe um pouco de frio. Certamente, na próxima vez, tomará uma decisão mais acertada.

Em função disso, tanto em casa como na escola, é muito importante garantir que as crianças tenham oportunidades de brincar, tomar decisões inter-relacionais e no grupo: jogar queimada, saltar elástico, pega-pega e as várias brincadeiras coletivas; que tenham a oportunidade de aprender a cair, de voltar para casa com um joelho ralado, e possam desenvolver uma autonomia e capacidade de aguentar pequenas frustrações e “tombos”.

Para um desenvolvimento saudável de nossos filhos é imprescindível que nós, adultos, defendamos seu tempo de ócio e de serem crianças.

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