Elle era Ella no espelho.
Homem e mulher iguais, pares iguais.

O tempo e a distancia separou (será?).
Só de ver seu nome, ainda sente calafrios. E é claro que Ella disfarça, diz que não e ri.
Nervosa mas ri.

Elle prometeu mundos, mas não saiu do lugar.
Ella sonhou, viajou, mas não saiu do lugar.
O que houve então?
Opostos é que se traem? Não! Não é verdade.

O mundo quis ser uma nova cidade, e nela Elle está.
E não está só.
Só, Ella pensa que foi o melhor.
Que a noite de sonhos foi apenas ilusão. Como quando, se precisa de luz, encontra o céu limpo e a Lua.

E ficou marcado assim: como um simples momento, um momento sem fim. Preso aos pensamentos e batidas rápidas de corações. Sem poder tirar a prova.

Ella se renova.
No dia a dia, sonha, faz poesia, canta pra Elle novas canções os dois fingem que foi o fim, que é assim e ponto final. Mas os corações ainda se tocam, via mente, via internet, no inferno astral.

Se o ver novamente, sabe o que vai acontecer.
Por isto o universo sabe como agir.
Mas o espelho não mente, ahhh este não mente mesmo!

Novas crônicas toda quarta-feira.

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