O médico veterinário Rodrigo Silva Bertini, do Centro de Controle de Zoonoses de Itapira, concedeu entrevista ao Portal da Cidade de Itapira (TV PCIwww.cidadedeitapira.com.br) sobre o ataque que culminou na morte da farmacêutica Bárbara de Oliveira, de 35 anos. Bertini também aproveitou a oportunidade para falar da acusação espalhada nas redes sociais de que o pitbull teria sofrido maus-tratos no CCZ.

ACOMPANHE O BLOG CONVERSA DE BICHO: FACEBOOK | TWITTER
pit1.jpg
Crédito: reprodução/Facebook

Na entrevista concedida ao programa Conversa de Gente Grande, o veterinário destacou a importância de entender o comportamento dos cães e como se defender em casos de ataques.

Segundo o especialista, um cachorro pode sofrer variações comportamentais independentemente da raça. “Morder todos os cães mordem. Cada cão é um cão. Um pinscher é um cachorro de pequeno porte e gosta de morder o calcanhar das pessoas quando entram em casa.” Para ele, o problema é que cães do porte e fortes como o pitbull podem causar ferimentos mais graves. “O ataque deles, infelizmente, são mais severos.”

O cachorro, chamado Lex, que estava sob os cuidados do CCZ, foi doado ao Santuário do Pit Bull (www.santuariopitbull.com.br) com a autorização do ex-dono, marido da farmacêutica morta no ataque.

ACOMPANHE O BLOG CONVERSA DE BICHO: FACEBOOK | TWITTER