Eu não sei responder essa pergunta. Sério.

As duas são válidas quando entro em um prédio antigo aqui em SP. Pois, muitas vezes, ele é antigo mas o estado de conservação faz mais pensar em algo velho, no sentido de deteriorado, mal cuidado e com pouca vida pela frente. Jà o antigo tem aquele fascínio do bem conservado, da memória, da história.

Infelizmente, porém, normalmente o nosso patrimônio vive mais no descaso do que na naftalina dos bens restaurados e valorizados.

Fato é que mesmo entrando em um cômodo como esse, com todas as janelas caindo aos pedaços, eu não consigo não ver beleza.

Ou dando de cara com o cuidado da colocação de um piso como este? Mesmo todo empoeirado, eu não consigo não ver beleza.

Ou com o desenho de um ladrilho hidráulico antigo? Mesmo todo sujo, eu não consigo não ver beleza.

São edifícios da década de 1930, que já estiveram entre os mais belos e luxuosos prédios da alta sociedade paulistana e hoje vivem em estado de abandono.

E vocês o que acham?

Vamos conseguir um dia encontrar um equilíbrio para que o “velho” e o “novo” sejam igualmente valorizados?

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