Os 5 melhores momentos da semana de alta-costura

Mariana Belley - O Estado de S.Paulo

Sob-medida, grifes como Valentino, Chanel e Dior, criam coleções com o que há de mais refinado na moda

Chanel, Dior, Elie Saab, Valentino e Versace desfilam na semana de alta-costura de Paris

Chanel, Dior, Elie Saab, Valentino e Versace desfilam na semana de alta-costura de Paris Foto: Efe

Paris, o berço da alta-costura, recebe duas vezes por ano desfiles de importantes grifes que apresentam suas apostas mais luxuosas para a próxima estação. Sob-medida, grifes como Valentino, Chanel e Dior, criam coleções com o que há de mais refinado na moda, com bordados, pedrarias e metais exclusivos e preciosos sem perder o frescor do tempo.

Valentino:

Sempre delicado, Valentino trouxe para a passarela da alta-costura parisiense uma coleção onde as folhas e flores foram a base da criação, inspirada nas deusas das pinturas da era pré-rafaelita do século XIX. Recortes precisos e transparência dão toques de modernidade e sofisticação. 

Elie Saab:

Especialista em vestidos de gala, Elie Saab recriou, dessa vez, uma atmosfera de palácio para apresentar seu desfile de alta-costura. Suas peças então prontas para dançar. Cauda longa, pedraria, bordados dão aos longos do estilista requinte e elegância.

Chanel:

Karl Lagerfeld pensou para a alta-costura da Chanel uma coleção que exalou a modernidade do século XVIII. Os delicados arabescos e brocados, assim como os trabalhados bordados de flores em relevo e as pedrarias em formatos geométricos foram a melhor homenagem a uma técnica tradicional que a casa francesa guarda em suas oficinas.

Dior:

Raf Simons mesclou quatro séculos de moda, com um toque entre passado e futuro. Um vestido estilo século 18 ou outros volumosos e exagerados vestidos franceses de baile apareceram com um toque contemporâneo de estrutura em trapézio nessa coleção. Um modelo estilo flapper girl dos anos 20 e os famosos terninhos acinturados, do New Look dos anos 1949, caminharam lado a lado.

Versace:

A sempre sensual Versace apostou em assimetrias desconstruídas para esse coleção. Donatella combinou os guarda-roupas feminino com o masculino e transformou jaquetas em modelo com decote tomara que caia, além de recorrer aos espartilhos. O volume das saias definiram os modelos de gala de uma coleção baseada nas assimetrias, nas superposições e nos jogos de fendas e aberturas imprevisíveis