Sindicato é contra proposta

Simone Iwasso - O Estado de S.Paulo

A criação de uma escola de formação de professores para ingressantes com uma avaliação no fim, necessária para o ingresso na carreira do magistério, foi bastante criticada pelo sindicato dos professores do Estado (Apeoesp), que defende apenas a existência de cursos permanentes de atualização. A obrigatoriedade do curso está prevista em projeto de lei enviado pelo governo à Assembleia Legislativa. Outros projetos de lei, enviados na mesma ocasião, tornam obrigatória também a prova para atribuição de aulas dos professores temporários - quem não for aprovado, permanecerá na rede em carga horária de 12 horas e fora da sala de aula. Está previsto também que o contrato dos temporários poderá ter no máximo dois anos. Após esse período, o professor terá de ficar fora da rede por um ano, para que não seja criado vínculo. E há previsão de concurso público para preencher 10 mil vagas e criação de outras 50 mil.